18-10-2019 - Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de género

Governo Americano tenta aprovar leis para garantir a liberdade de consciência dos profissionais de saúde.
Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra os seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.
Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.
O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está a executar novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.
À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.
“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.
Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.
Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.
Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que se iriam embora dos seus trabalhos caso fossem obrigados a violar a sua consciência.
“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou o Dr. Stevens.
A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de género ou casamento homossexual.
Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito devido à sua fé. Um caso clássico foi o da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.
Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego numa clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida.
- Gospel Prime




