• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

Carlos Oliveira 03JULI26
Therians

Tema abordado por Carlos Oliveira em 03 de julho de 2026

Carlos Simões 28JUNI26
Queres ser salvo?

Tema abordado por Carlos Simões em 28 de junho de 2026

Carlos Oliveira 26JUNI26
Não sou canibal

Tema abordado por Carlos Oliveira em 26 de junho de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:6,7

Estudo realizado em 01 de julho de 2026

ver mais

11-10-2019 - Professor CONFESSA que FALSEOU estudos para promover IDEOLOGIA DE GÉNERO: “EU INVENTEI”

Christopher Dummitt

 

     Christopher Dummitt é um historiador de género no Canadá e autor de “O homem moderno: masculinidade nos anos do pós-guerra”. Nos últimos 20 anos, ele tentou provar que não havia sexo, que a identidade sexual era apenas uma construção social baseada no poder, levando à opressão e à desigualdade. Hoje ele admite: “Estava errado e houve fraude em meus ensinamentos”.

     "Se eu soubesse, há 20 anos, que o meu lado nas guerras ideológicas sobre género e sexo venceria tão decisivamente, eu ficaria em êxtase", escreve Christopher Dummitt no site Quillette.

     Atualmente, ele é presidente do Departamento de Estudos Canadianos da Universidade de Trent, em Peterborough, Ontário.

     Ele descreve como os estudos de género assumiram os departamentos de história da América do Norte nos anos 90. “Cada um desses campos compartilhava a mesma visão de mundo que eu - que praticamente toda identidade era uma construção social. E essa identidade era toda sobre poder”, observa ele.

     O seu zelo pela sua posição era incomparável. "Não há nada tão certo como um estudante de pós-graduação armado com uma preciosa experiência de vida e uma grande ideia", confessa.

     Dummitt percebeu que pessoas fora do mundo académico discordavam dele. "Quase ninguém que não havia sido exposto a tais teorias em uma universidade conseguiu acreditar que o sexo era uma construção social, porque essas crenças eram contrárias ao senso comum".

     Mas mesmo ele está surpreso com a velocidade impressionante da reviravolta cultural, usando essa lógica defeituosa.

     “Agora a minha grande ideia está em todo lugar. Isso aparece especialmente nos pontos de discussão sobre direitos de trans e políticas relacionadas a atletas trans no desporto. Está a ser escrito em leis que ameaçam essencialmente repercussões para quem sugere que o sexo pode ser uma realidade biológica”, observa ele.

     Agora ele oferece um "mea culpa" pelo seu papel nisso, "uma crítica detalhada sobre porque eu estava errado na época e porque os construcionistas sociais radicais estão errados agora. Certa vez, argumentei os mesmos argumentos que eles agora apresentam e, portanto, sei como eles estão enganados.”

 

Discípulos do engano

     Depois que Dummitt terminou o seu doutoramento em história de género, ele publicou um livro sobre o assunto, The Manly Modern (O Masculino Moderno), em 2007. Cinco estudos de caso de meados do século XX sobre os aspetos masculinos da sociedade formam o coração do livro.

     Agora ele diz que tem vergonha de alguns conteúdos, especialmente dois dos seus estudos de caso.

Embora o livro não tenha ganho nenhum prémio, logo foi citado por outros estudiosos que escreveram sobre a história da masculinidade.

     Ele escreveu outro artigo influente sobre a ligação entre homens - também citado por académicos. “Muitos jovens estudantes universitários, primeiro aprendendo sobre a história do Canadá, foram forçados a ler esse artigo para aprender sobre a história de género - e a construção social de género.

     “O problema é: eu estava errado. Ou, para ser um pouco mais preciso, entendi as coisas parcialmente. Mas então, para o resto, eu basicamente inventei”, confessa Dummit.

     Mas Dummit não foi o único enganador nos estudos de género. “Todo mundo estava a inventar (e está). É assim que o campo dos estudos de género funciona", observa ele.

     Em sua postura pública, ele estava zangado e assertivo sobre o que achava que sabia. "Era para esconder o facto de que, em um nível muito básico, eu não tinha provas de parte do que estava dizendo. E é isso que torna tão dececionante ver que os pontos de vista que eu costumava argumentar com tanto fervor - e com tanta base - agora são aceites por muitos na sociedade em geral".

     Na pesquisa de Dummitt, ele procurou encontrar uma explicação para a maneira como os Canadianos do pós-guerra falavam sobre homens e mulheres. "Eu tinha respostas, mas não as encontrei na minha pesquisa primária. Eles vieram de minhas crenças ideológicas”, observa ele.

     Ele diz que os seus colegas estudiosos adotaram a mesma abordagem - e ainda o fazem. "Isso é o que era e é: um conjunto de crenças pré-formadas que são incorporadas à penumbra disciplinar dos estudos de género."

     "A minha pesquisa não provou nada de qualquer maneira. Apenas assumi que o género era uma construção social e procedi nessa base”, conta.

     Ele refere-se ao mundo isolado da academia como um silo. “Eu nunca me envolvi, pelo menos não seriamente, com alguém que sugerisse o contrário. E ninguém, em nenhum momento dos meus estudos de pós-graduação, ou na revisão por pares, sugeriu o contrário - exceto em conversas, geralmente fora da academia. E, portanto, nunca fui forçado a enfrentar explicações alternativas, de orientação biológica, que eram pelo menos tão plausíveis quanto a hipótese de que eu me vestia com o ar da certeza", declara.

     A certa altura, começaram a surgir dúvidas em seu pensamento. Por quanto tempo a profissão poderia continuar se expandindo simplesmente adicionando mais e mais tipos de opressão? Certamente, em algum momento, a história seria realmente abrangente, ele pensou.

 

Fraudes

     Em 2009, Dummitt publicou um livro com um ensaio intitulado "After Inclusiveness" (Pós Inclisividade), afirmando esse ponto. Enquanto muitos na sua profissão admitiram em particular que ele estava certo, ninguém diria isso publicamente.

     “Para reiterar: o problema era e é que eu estava a inventar tudo. Essas eram suposições educadas que eu estava oferecendo. Eles eram hipóteses. Talvez eu estivesse certo. Mas nem eu, nem qualquer outra pessoa, jamais pensámos em examinar o que escrevi.

     Género era realmente sobre poder? Para provar os seus argumentos nos seus escritos, ele citou outros estudiosos que disseram que sim. “Ajudou [o facto de] os nomes deles serem franceses e eles serem filósofos. O trabalho de um sociólogo australiano, R. W. Connell, também ajudou. Ele argumentou que a masculinidade era principalmente sobre poder... Na realidade, o seu trabalho não provou isso; extrapolou plausivelmente a partir de pequenos estudos de caso, como eu havia feito. Então eu citei Connell. E outros me citaram. E é assim que se ‘prova’ que o género é uma construção social e tudo sobre poder."

     A bolsa de estudos fraudulenta desenvolvida no ambiente académico e promovida por Hollywood agora está a encontrar o seu caminho na estrutura política e legal. “O meu raciocínio falho e outras bolsas de estudos que usam o mesmo pensamento defeituoso agora estão a ser adotadas por ativistas e governos para legislar um novo código moral de conduta’, diz.

     “Uma coisa era quando eu estava a beber com colegas de pós-graduação e a brigar no mundo inconsequente dos nossos próprios egos. Mas agora muito mais está em jogo. Eu gostaria de poder dizer que a bolsa de estudos se tornou melhor - as regras de evidência e a revisão por pares mais exigentes. Mas a realidade é que a atual aceitação quase total do construtivismo social em certos círculos parece mais o resultado de mudanças demográficas na academia, com certos pontos de vista dominando ainda mais do que no meu auge da graduação”, declara.

     “Até que tenhamos estudos seriamente críticos e ideologicamente divergentes sobre sexo e género - até que a revisão por pares possa ser algo mais do que uma forma de triagem ideológica em grupo -, deveremos ser muito céticos de facto sobre muito do que conta como ‘experiência’ em construção social de sexo e género", defende.

 

Disforia de género

     Segundo a psicóloga cristã Marisa Lobo, a confissão de Christopher Dummit não é novidade, pois “a ideologia de género é mentira, e aqueles que a defendem inventam e militam social e culturalmente para promover o tema”. Autora de livros que falam sobre o assunto, Marisa diz que é “por isso que a gente vive descontruindo a ideologia de género.”

     Marisa Lobo diz ainda que eles querem quebrar o paradigma de que homem nasce homem e mulher nasce mulher para contestar religiões e a sociedade, pois querem ter o direito de viver como querem, mas que isso não pode afetar as crianças.

     A psicóloga diz que as crianças acabam por sofrer assédio moral, psicológico e acabam por sofrer de doenças mentais. “As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem, mas essa interferência na infância está a causar uma patologia chamada disforia de género. É contra isso que a gente luta”, explicou.

- in Guiame

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário