24-08-2019 - Erwin W. Lutzer lista ‘falsos evangelhos’ que estão a ser pregados na igreja hoje

Há cinco falsos evangelhos que estão a ser espalhados pelas igrejas hoje, de acordo com um dos pastores da afamada igreja Moody em Chicago, o Canadiano Erwin W. Lutzer.
As suas reflexões foram feitas em conversa com Darrell Bock, num episódio do podcast “The Table” [A Mesa], publicado no dia 13 de maio.
O primeiro dos falsos evangelhos é o da “graça permissiva”, que defende que as pessoas podem ter graça sem transformação pessoal.
“Temos que pregar sobre o pecado e fazer isso com compaixão, para que as pessoas saibam que precisam da abundante e imerecida graça de Deus”, disse Lutzer. “Mas hoje muitas pessoas pregam a graça antes mesmo de as pessoas realmente saberem que precisam dela”.
O segundo falso evangelho descrito por Lutzer é o “evangelho da justiça social”, que deixa de lado a conversão pessoal em nome do assistencialismo.
“A justiça social, por melhor que seja, no seu melhor, não é o Evangelho. Pode ser o resultado do Evangelho, dependendo de como é definida. Pode-se ir para a África ver que vários hospitais foram construídos por missionários. Sempre tivemos uma consciência social, mas a justiça social não é o Evangelho. O Evangelho não é o que podemos fazer por Jesus; é o que Jesus fez por nós”, analisa.
Erwin W. Lutzer também listou os conceitos da “nova era” como um falso evangelho que está a entrar nas igrejas. “Fico feliz com a formação de estudos sobre espiritualidade que nos ajuda a caminhar no Espírito, mas muitas vezes, estes são combinados com as religiões orientais”, afirma.
Ele também cita o “evangelho da sexualidade”, no qual as igrejas não denunciam os pecados sexuais. “Há muitos que se declaram crentes, mas aceitam o casamento homossexual, porque o conceito de amor está a ser definido de maneira contrária às Escrituras”.
Uma ameaça às igrejas apontada por Erwin W. Lutzer é o “diálogo inter-religioso”, especialmente com os muçulmanos. “Não me oponho a debates. E, claro, eu também acredito que precisamos fazer amizade com os muçulmanos”, explicou Lutzer. Por outro lado, Lutzer citou declarações de apologistas islâmicos que ensinam como convencer a sociedade sobre sua visão religiosa, usando argumentos como, “o Islão sempre defendeu a justiça das mulheres”, “o Islão sempre esteve na linha de frente dos direitos civis” e “Maomé foi um homem de paz que tentou atrair Judeus e pagãos”.
“Como se leva o Islão para um público que provavelmente nunca viu um Alcorão, muito menos o leu, ou o Hádice, e como se os vende numa versão do Islão que se pretende aceitável? Muitas pessoas estão a apaixonar-se por isso e eu advirto contra este engodo”, acrescentou Lutzer.
A explicação de Lutzer sobre os falsos evangelhos foi tirada do seu livro, publicado em agosto de 2018, intitulado The Church in Babylon: Heeding the Call to Be a Light in the Darkness (A Igreja em Babilónia: Dando Ouvidos à Chamada Para Ser Luz nas Trevas).
- in Guia-me




