27-06-2019 - Família de missionário assassinado volta ao país para continuar o seu ministério

Mike Riddering tinha sido morto num atentado islâmico em Burkina Faso.
Em 15 de janeiro de 2016 o missionário norte-americano Mike Riddering foi morto durante um atentado terrorista no Burkina Faso, juntamente com outras 27 pessoas.
O atentado mudou o clima de paz que imperava no pequeno país da África Ocidental onde cerca de 19 milhões de pessoas conviviam pacificamente.
Promovido por extremistas islâmicos, os ataques a um café e a um hotel iniciaram uma série de perseguições que aumentaram a violência consideravelmente naquele país.
À medida que grupos terroristas ganham adeptos na região, os cristãos passam a tornar-se nos principais alvos de ataques. A World Watch Monitor (WWM) informou na semana passada que a violência está a ser direcionada àsigrejas Cristãs, forçando os religiosos e os seus líderes a fugirem do país.
É no meio deste clima que familiares do missionário Mike planeiam mudar para o país e dar continuidade ao ministério iniciado pelo americano. O seu irmão Jeff e a sua cunhada, Tammy, deverão chegar durante o verão.
A família Riddering ficou impressionada com este país africano há quase 20 anos, quando uma mulher voltou de viagem contando o que viu por lá, falando sobre a falta de saneamento básico e da necessidade de se falar do Senhor Jesus Cristo aos moradores.
Em 2011 Mike e a sua esposa mudaram-se para lá e iniciaram um ministério. Segundo o seu irmão, o desejo de Mike era permanecer no país africano até ao seu último dia, o que veio realmente a acontecer.
“Obviamente, isso aconteceu muito mais cedo do que pensávamos e do que ele provavelmente pensava”, disse Jeff ao Christianity Today.
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