05-05-2019 - Embaixador de Israel exibe a Bíblia como prova de que o país pertence aos Judeus
O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, usou a Bíblia para provar a ligação do povo Judeu com a terra de Israel durante uma sessão especial no Conselho de Segurança das Nações Unidas no dia 29 de abril, em Nova York.
Para reivindicar que Israel pertence aos Judeus, Danon delineou quatro razões: “a Bíblia, a história, o direito internacional e a busca pela paz e segurança internacionais”.
Durante a sessão, Danon abriu a Bíblia e leu em voz alta o pacto de Deus com Abraão descrito em Génesis 17:7-8: “Estabelecerei a minha aliança como aliança eterna entre mim e ti e os teus futuros descendentes. Toda a terra de Canaã darei como propriedade perpétua a ti e a teus descendentes; e serei o Deus deles”.
Em seguida, Danon levantou a Bíblia, virou-se para os participantes da sessão e disse: “Este é o documento de escritura da nossa terra”.
“Do livro de Génesis ao Êxodo dos judeus, do Egito ao recebimento da Torá no Monte Sinai, até a realização da aliança de Deus na terra santa de Israel, a Bíblia pinta um quadro consistente. Toda a história do nosso povo e nossa conexão com a Terra de Israel começa aqui mesmo”, continuou ele enquanto levantava a Bíblia mais uma vez.
Danon argumentou que todas as religiões abraâmicas — Judaísmo, Cristianismo e Islamismo — afirmam a ligação do povo judeu com Israel. “O próprio Alcorão aceita o ato divino do povo Judeu para a terra de Israel”, disse ele.
O embaixador também lembrou a audiência sobre como os judeus foram expulsos de Israel.
Danon explicou que o reino judeu foi construído duas vezes e destruído duas vezes pelos Babilónios e depois pelos Romanos. O seu reino não apenas foi destruído, como os Judeus foram expulsos de sua própria terra em 70 DC, explicou Danon.
“Em 70 D.C., o imperador Romano, Tito, destruiu nosso Segundo Templo, expulsou o povo Judeu e renomeou a terra encostada entre o Egito e o Líbano de ‘Síria-Palestina’, como uma província meridional da Síria. É daí que vem o nome Palestina, embora os Judeus ainda morassem em Jerusalém”, argumentou.
"Este Livro confirma 3.000 anos de história Judaica em Israel, e ninguém pode perscrever ou alterar este facto", disse ele.
Danon também afirmou que o conflito entre Israelitas e Palestinianos é fomentada pelos líderes Palestinianos. Ele disse que, para que a paz seja estabelecida, os Palestinianos precisam de reconhecer o direito de existência de Israel.
- in CBN News




