23-04-2019 - Islâmico, presidente da câmara de Londres diz que há “limitações” para a liberdade de expressão

Imagens do vídeo de Oluwole Ilesanmi sendo preso pela polícia viralizaram, em especial por ele ser acusado de “violação da paz” por ter estado a ler a Bíblia para os transeuntes.
A polícia alega que a detenção de Ilesanmi foi causada pela queixa de um cidadão, o qual se queixava que o pregador fazia comentários “islamofóbicos”. O pregador acabou por ser solto algumas horas depois, por não haver provas, e voltou a pregar no mesmo lugar.
O incidente, no início do mês de março, gerou nos cristãos preocupações sobre a liberdade de expressão na capital da Inglaterra. Durante um evento na Assembleia de Londres, em 21 MAR, Khan disse que o assunto deveria ser levado a sério.
O cristão David Kurten, que participava da reunião na Assembleia questionou a posição do presidente da câmara, assegurando que a liberdade de expressão era um direito “importante” e que havia “elementos perturbadores” na prisão de Ilesanmi, em especial quando a polícia retirou a Bíblia das mãos dele.
O presidente da câmara surpreendeu ao dizer que incidentes semelhantes podem acontecer novamente no futuro.
“Não existe um direito ilimitado à liberdade de expressão. Há limitações e há um equilíbrio que precisa ser respeitado… e isso inclui o discurso sobre a religião”, disse Khan, sem dar detalhes de quais seriam esses limites.
A existência de “zonas de sharia” em Londres, onde a lei islâmica é imposta, é um assunto controverso no país e, até ao momento, as autoridades evitam se pronunciar-se sobre o tema. Hipocritamente, sobre isso manteve-se calado, pois tal permissão está, sim, verdadeiramente, para além de todos os limites.
O chamado mundo ocidental, para além de se estar a deixar governar por incrédulos, é absolutamente frouxo, e a fatura que terá de pagar ser-lhe-á bem amarga, se não acordar a tempo.




