• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

David Gomes 21JUNI26
Esperar

Tema abordado por David Gomes em 21 de junho de 2026

Carlos Oliveira 19JUNI26
Discurso contraditório

Tema abordado por Carlos Oliveira em 19 de junho de 2026

Márcio Botas 14JUNI26
Descanso

Tema abordado por Márcio Botas em 14 de junho de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:6

Estudo realizado em 17 de junho de 2026

ver mais

23-11-10 - Quando os ateus acreditam

colson_charles_w.jpg     Embora não possamos chegar a Deus através da razão, pode-se dizer que o Cristianismo é a explicação mais racional da realidade em que vivemos.

     Nos anos recentes, um dos principais produtos exportados pelo Reino Unido para o mundo tem sido uma carga de livros de autores ateus, tais como o biólogo evolucionista Richard Dawkins e o crítico literário Christopher Hitchins. Eles afirmam, basicamente, que a fé é irracional quando colocada de frente com a ciência moderna. Os seus trabalhos têm incentivado uma onda de ateísmo militante na Europa ocidental e fomentado a descrença em Deus em vários cantos do planeta. Ninguém sabe ainda aonde este movimento vai dar, e mesmo se vai chegar a algum lugar além das estantes das livrarias, do sucesso editorial – Deus, um delírio, de Dawkins, virou bestseller – e das discussões académicas. Isso porque, lá mesmo na Grã Bretanha, outros autores ateus parecem estar repensando o que disseram.

     Será que há um outro avivamento varrendo a Inglaterra? Não; eles apenas estão a examinar a racionalidade do Cristianismo e as mesmas crenças que Dawkins e outros estão a explorar de maneira bem vantajosa, mas chegam a conclusões bem opostas. Antony Flew, um erudito de fama bem estabelecida, foi o primeiro a dizer que tinha de ir “aonde as evidências o levassem.” Logo, chegou à conclusão de que dentro da teoria evolucionista não existe uma explicação lógica para a origem da vida. Flew concluiu que o ateísmo não é logicamente sustentável. De igual modo, Matthew Parris, outro ateu britânico notório, cometeu o erro de ir visitar obreiros evangélicos que actuam com ajuda humanitária no Malawi, em África. Lá, viu o poder do Evangelho transformando a vida de pessoas de maneira inquestionável. Preocupado com o que, disse: “Isso confunde a minha crença ideológica, também teima em não se encaixar na minha visão do mundo e também envergonhaa  minha a suposição de que não existe um Deus.”

     Ainda que Parris não queira seguir adiante com as observações que fez, ele está obviamente a lutar com a percepção de mundo do Cristianismo que faz mais sentido do que a de outras cosmovisões. A verdade é que fé e razão não são inimigas. Se isso puder ser explicado de maneira consistente, pode influenciar as chamadas pessoas pensantes a considerarem os clamores de Cristo. Um forte argumento empírico pode ser feito para mostrar que o Cristianismo é a única explicação racional da vida. As perguntas básicas que as pessoas fazem acerca da própria existência – de onde viemos, qual o propósito de nossa existência e para onde vamos – encontram resposta no Cristianismo. Além disso, a fé Cristã ensina que os seres humanos são criados à imagem de Deus, e assim a sua dignidade é protegida. Não é apenas uma mera coincidência o facto de que são os Cristãos que têm travado a maioria das campanhas sobre direitos humanos.

     Vejamos a questão do pecado. Se as pessoas são boas, ou como argumentou o filósofo político Rousseau, os problemas podem ser resolvidos ao se criar um Estado utópico. Mas todos os esquemas utópicos da história acabaram em tirania. Enquanto isso, as religiões orientais enxergam a vida como um ciclo infindável de sofrimento. Não existe nenhuma maneira pelo qual os pecados possam ser perdoados – sendo que no Islão o conceito do perdão é simplesmente desconhecido.

     Obviamente, nada disso é novidade. Acontece que, ontem como hoje, uma longa lista de ateus notórios, concentrados na sua grande maioria na Inglaterra, tem voltado para os caminhos da fé. Esses incrédulos começaram a analisar a racionalidade dos postulados do Cristianismo e convenceram-se de que a Bíblia fala mais acertadamente sobre a condição humana – a própria definição de uma escolha racional. Quer tenha sido na Era Vitoriana, com Thomas Cooper, George Sexton e Joseph Barker, ou no século XX, com T.S. Eliot, Graham Greene e C.S. Lewis, todos concluíram que é perfeitamente racional escolher uma visão do mundo que nos oferece a melhor escolha para viver e que seja coerente com a maneira pela qual a vida realmente funciona.

     O que é que isso nos diz? As pessoas hoje possuem uma visão caricaturada dos Cristãos, vendo-os muitas vezes como seguidores, às vezes hipócritas e críticos, de um livro desactualizado, um compêndio antigo de meras ilusões. Mas se os Cristãos puderem explicar porque é que a sua fé é tão razoável, o Cristianismo tornar-se-á uma proposta atraente que abrirá a mente – e possivelmente o coração – dos muitos que duvidam. Embora não possamos chegar a Deus através da razão, pode-se dizer que o Cristianismo é a explicação mais racional da realidade em que vivemos.

Chuck Colson


FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário