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16-01-2019 - O grande holocausto da atualidade: aborto foi a principal causa de morte em 2018, tirando 41 milhões de vidas inocentes

aborto

  

     O aborto foi a causa principal de mortes no mundo em 2018, com mais de 41 milhões de crianças mortas antes do nascimento. Os dados coligidos no levantamento indicam que as demais causas de morte consideradas como maciças ficaram bem atrás.

     Em 31 de dezembro de 2018, houve 41,9 milhões de abortos realizados ao longo do ano, revelou a plataforma Worldometers. Por outro lado, 8,2 milhões de pessoas morreram de cancro em 2018, 5 milhões de fumantes e 1,7 milhões morreram de HIV/AIDS.

     O portal Worldometers – eleito um dos melhores sites de referência gratuita pela American Library Association (ALA) – mantém um registo ao longo do ano das principais estatísticas mundiais, incluindo população, nascimentos, óbitos, automóveis produzidos, livros publicados e emissões de CO².

      A plataforma também regista o número total de abortos no mundo, com base nas últimas estatísticas sobre abortos publicadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo informações do Breitbart, ao redor do mundo, quase 1/4 das gestações (23%) foram encerradas por aborto em 2018. Comparativamente, para cada 33 nascidos vivos, dez bebés foram abortados.

     Houve mais mortes por aborto em 2018 do que todas as mortes por cancro, malária, HIV/AIDS, tabagismo, álcool e acidentes de trânsito combinados. O impressionante número de mortes por aborto, de facto, levou formadores de opinião a afirmar que o aborto é “a causa da justiça social do nosso tempo”, já que, a julgar pela enorme magnitude do problema, outras questões de direitos humanos não são claras ecomparativamente.

     O ano de 2018 também viu a revogação da Oitava Emenda da Irlanda, uma das últimas leis que reconhecem e protegem o direito à vida de crianças não-nascidas, e o início de uma polémica com os médicos no país, que têm se recusado a realizar a interrupção da gravidez.

     O Departamento de Saúde do Reino Unido revelou que em 2017 – o último ano para o qual revisou as estatísticas do aborto – o número de abortos no Reino Unido atingiu o seu maior número em 10 anos.

     Os números foram divulgados na proximidade do passado Natal, relembrando o decreto do rei Herodes que ordenava que todos os meninos de Israel com menos de dois anos fossem mortos.

     A Marcha anual pela Vida nos Estados Unidos será realizada em Washington, DC, em 18 de janeiro de 2019, com o tema “Único desde o primeiro dia”. O objetivo declarado da marcha é acabar com o aborto “unindo, educando e mobilizando pessoas pró-vida na praça pública”.

 - in Gospel +

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