08-12-2018 - Palestrante é condenada na Europa após associar casamento de Maomé à pedofilia

Os limites da liberdade de expressão na Europa parece que estão a ser revistos com o avanço do islamismo no continente, um fenómeno que é resultado da islamização massiva da região, algo que já preocupa lideranças cristãs e políticas, como a primeira- ministra da Alemanha, Angela Merkel.
Uma decisão judicial recente pode servir como exemplo de como a cultura religiosa islâmica pode estar a contribuir para restringir o direito à liberdade de expressão dos europeus, que, porventura, ousarem criticar, apesar de com verdade, os fundamentos históricos e doutrinários do islão.
No ano de 2009, uma mulher austríaca, cujo nome não foi revelado por motivo de segurança, realizou uma palestra com o título “Informações básicas sobre o Islão”, onde abordou a relação pedófila de Maomé, considerado principal profeta pelos muçulmanos, com uma menina de apenas seis anos, chamada Aisha.
Segundo a tradição islâmica, Maomé desposou a criança (casou-se com ela) quando esta tinha nove anos de idade, enquanto ele já possuía 50 anos. Com base nisso, a palestrante associou esse tipo de relacionamento à pedofilia, causando indignação na comunidade muçulmana local.
O caso foi então parar à justiça e o tribunal austríaco decidiu que a palestrante deveria pagar uma multa de € 480 euros.
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