27-09-2018 - Evangelista faz um alerta para quem pensa em suicídio

O evangelista americano Chad Daniel, através do seu programa Youth Bytes, preparou um vídeo específico sobre o suicídio, num lugar chamado “mar de árvores”, no Japão, conhecido por ser o “melhor local” para se despedir da vida. Chad é conhecido por pregar o Evangelho a jovens e adolescentes de forma radical.
Segundo ele, existem dois lugares mais famosos onde as pessoas tiram a própria vida: a Ponte Golden Gate, em São Francisco, EUA e o Mar de Árvores, floresta Aokigahara, no monte Fuji, Japão.
Quando Chad escolheu a floresta japonesa para gravar o seu programa, ele tinha em mente mostrar um livro popular no Japão que é vendido como um “manual completo de suicídio” e que tem inspirado muitos japoneses a cometer o ato.
O livro da morte
O apresentador explica que é muito comum encontrar no Japão manuais para quase tudo. “Este livro, satanicamente inspirado, sem dúvida, tem plantado sementes no coração de jovens e velhos, de que o ‘mar de árvores’ é o local ideal para se enforcar, se envenenar”, disse ele com o livro entre as mãos.
Com a ajuda de jovens locais, ele conheceu o lugar e a história do livro. De acordo com as informações recebidas, o evangelista conta que quando o livro começou a circular, um número muito maior de suicídios começou a acontecer.
Depois disso, a imprensa passou a divulgar as mortes em proporções epidémicas, fortalecendo ainda mais o ‘fenómeno mar de árvores’ que foi uma sequência de suicídios no Japão, como explica Chad.
Na maioria dos casos de suicídio cometidos na floresta, havia o livro no local do incidente. O evangelista coloca em questão como algo tão pequeno e aparentemente inofensivo como um livro, pode infectar milhares de pessoas, ensinando que o suicídio é algo bom, além de ensinar como fazê-lo.
Índice de suicídios no Japão
Até hoje, os japoneses enxergam o local como assombrado e há muitas lendas acerca da floresta e algumas a relacionam com demônios, fantasmas e espíritos malignos. O “mar de árvores” também é um local conhecido como “floresta da morte”.
Em 2002, 78 pessoas se suicidaram por lá e em 2003, esse número chegou a 1008, quando deixou de ser divulgado pelo governo, na tentativa de diminuir a relação da floresta com o suicídio. Placas de alerta em japonês e em inglês foram colocadas ao longo dos carreiros, para que as pessoas reconsiderassem as suas decisões.
A maioria das mortes eram casos de asfixia ou enforcamento, como o próprio livro ensina. Mas, para Chad, o livro não é responsável pelos suicídios. “Ele é só um catalizador para aqueles que já consideraram dar esse passo definitivo”, explica.
“A publicidade que os suicídios ganharam em todo país, transformaram esse lindo lugar num local de muito terror e tensão, principalmente à noite”, lamentou e continuou: “Este é o paralelo que existe aqui, vida e morte andam juntas. Alguns decidem desfrutar o que está à disposição, outros escolhem se esconder e correr para a floresta, para nunca mais serem vistos”.
O poder das palavras
“Cuidado com o que você leva ao seu coração, todos os dias. A Bíblia deixa bem claro que a vida e a morte estão no poder da língua. As palavras têm poder, quer sejam faladas, quer sejam escritas”, Chad alerta.
Segundo ele, se uma pessoa estiver “perdendo seu tempo com livros como este manual de suicídio” e estiver sempre envolvida com aspectos que promovem a depressão e a morte, esse será o resultado final.
“Estamos sempre batendo na mesma tecla: é o princípio da semente! Uma vez que você planta a semente na terra, vai haver uma colheita”, disse ele.
Na opinião do apresentador “o inimigo usa livros como esse para fisgar aqueles que não tem relacionamento com Deus”.
O livro da vida
“Se isso acontece com esse livro, então imagine a magnitude do que acontece com a palavra de Deus”, compara. Chad, em suas palavras, entende a Bíblia como um futuro de esperança.
"Começa-se a entender que a vida é mais do que a dor temporária que se está a sentir […]. Ainda que se considere cometer suicídio, no fundo seu coração, quer-se ser achado”.
“Não planejou isso sozinho, não mesmo. Houve uma força maior atuando nisso. Os pensamentos que atormentam a pessoa, não são da pessoa. Essas emoções que parecem envolver a pessoa como um cobertor molhado também não são da pessoa”, continua.
E depois explica que, quando alguém chega a esse ponto “é só a pessoa, a sua mente, a sua alma e o seu Deus. A pessoa vai ter que O encarar. Vai ter de Lhe dar uma explicação sobre o motivo de ter escolhido desistir do maior presente que jamais recebeu, que é a vida”. E finaliza: “O céu nunca vai desistir de si!”.
- in Gospel Prime




