16-03-2018 - Stephen Hawking "escreveu direito por linhas tortas" acerca de Deus

O físico britânico Stephen Hawking, que faleceu na passada quarta-feira com 76 anos de idade, era um ateu confesso.
Numa entrevista ao jornal ‘El Pais’ em 2015, quando questionado sobre os seus conceitos em relação à fé e Deus, Hawkins explicou que sua relação com este tema é ‘impessoal’ e que não vê necessidade em ‘invocar a Deus’.
“Utilizo a palavra ‘Deus’ em um sentido impessoal, para me referir às leis da natureza. As leis da ciência bastam para explicar a origem do Universo. Não é preciso invocar Deus”, disse ele. Ao admitir a existência de "leis da natureza", ele, sem ter consciência disso, confessou duplamente a existência de Deus, pois ao referir o termo "natureza" esqueceu-se que esta palavra deriva da palavra latina "natura", que quer dizer "que foi criado", e ao referir o termo "leis" esqueceu-se que não podem haver leis sem um Legislador.
Ciência versus Bíblia
Com todo o seu conhecimento, Hawking tentou sempre provar a origem da humanidade descartando a existência de um ser supremo criador do universo, não o conseguindo, até pelos termos, como se viu atrás, que utilizou.
Duas das últimas declarações de Hawking comprovam, teoricamente, o que a Bíblia diz.
Em 2017 ele afirmou, durante discurso em um festival de ciência em Trondheim, na Noruega, que a raça humana deve começar a deixar a Terra nos próximos 30 anos para evitar ser eliminada devido ao excesso de população e às mudanças climáticas.
Hawking disse que é apenas uma questão de tempo antes da Terra, do modo como a conhecemos, ser destruída por uma série de asteróides, temperaturas elevadas ou excesso de população.
“Estou convencido de que os seres humanos precisam deixar a Terra. O planeta está a tornar-se muito pequeno para nós, os nossos recursos físicos estão a ser drenados a uma taxa alarmante”, disse. “Demos ao nosso planeta perigosas mudanças climáticas, aumento das temperaturas, a redução das calotas polares, a desflorestação e a dizimação de espécies de animais.”
Esta declaração acima comprova o que a Bíblia diz, a saber, que o Senhor irá arrebatar a Sua igreja, e que depois Cristo virá restaurar a terra nos "tempos da restauração de tudo" (Atos 3:21), em que a maldição será removida, por exemplo, da criação vegetal: “O deserto e os lugares secos se alegrarão disto; e o ermo exultará e florescerá como a rosa. Abundantemente florescerá ... porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo. E a terra seca se transformará em tanques, e a terra sedenta em mananciais de águas” (Isa. 35:1, 2, 6, 7).
Neste mês de março de 2018, Hawking, praticamente, deu a sua última declaração sobre o Big Bang, teoria na qual a criação do universo se deu há mais de 13 bilhões de anos, quando toda a matéria do universo explodiu possibilitando a criação do cosmos conforme conhecemos atualmente.
Mas, e antes disso? Como era o espaço? O que acontecia? Aliás, existia alguma coisa? Estas eram as dúvidas que ficaram após a teoria do Big Bang. Dúvidas estas que o professor e físico Stephen Hawking disse ter encontrado a resposta.
Numa entrevista ao programa Star Talk , o físico alegou que “nada existia antes do Big Bang , havendo apenas o tempo e o espaço em um ‘estado duplo’, distorcido por outra dimensão”. Segundo Hawking, o Big Bang é a formação do que os seres humanos conhecem como “tempo”, uma vez que o fenómeno quebrou as leis da física. Para ele, tudo o que antecedeu esse evento não pode ser aplicado à compreensão humana de tempo e existência.
Esta, que foi a última declaração pública de Hawking antes de morrer, pode, na verdade, ter confirmado o que a Bíblia diz, sobre a origem do universo atual, quando afirma no livro de Génesis, capítulo 1 e versículo 2, que “a terra era sem forma e vazia.”




