13-08-2017 - Mulher deixou de ser transexual após encontro com o Senhor Jesus Cristo: “Provei o amor de Deus”

Durante quase dez anos, Laura viveu como um homem transgénero carregando um novo nome: Jake. Mesmo sendo criada por uma família cristã, ela afastou-se da igreja e passou a morar com um parceiro transgénero.
“Eu cresci indo à igreja. Eu frequentava a Escola Dominical, fazia parte do coral infantil e muitas outras atividades. Mas faltava um relacionamento pessoal com Jesus Cristo”, disse Laura, que fazia parte da Primeira Igreja Batista de Bartlesville, nos Estados Unidos.
Travando uma luta com sua identidade sexual, Laura “não se sentia” como uma menina e decidiu abraçar uma vida transgénera aos 20 anos de idade.
Embora tivesse apoio da igreja, a mãe de Laura sentiu-se deprimida e isolada diante da situação da sua filha. Nesse período, Francine decidiu mergulhar com mais profundidade na Palavra de Deus.
“Eu percebi que eu tinha uma fé mais baseada nas obras do que em Cristo, uma mentalidade legalista. Eu agia como um fariseu em muitas vezes”, reconheceu Francine.
Francine uniu-se ao grupo de oração da sua igreja para clamar pela vida de Laura, enquanto a filha tomava hormonas, fazia cirurgias e se envolvia no ativismo LGBT.
Depois de um longo caminho, Deus começou a despertar fé em Laura. “Eu comprei as mentiras de Satanás, acreditando que as minhas escolhas pecaminosas me deixariam feliz. Mas por dentro, eu era miserável e estava em busca de uma paz verdadeira”, afirmou.
Aos poucos, Laura foi sendo convencida pelas verdades do Evangelho. “Deus abriu os meus olhos para a verdade. Ele fez-me perceber que ser transgénero não era a Sua vontade para a minha vida. Mas eu ainda estava em conflito”, lembra.

Francine e Paul estavam vendo um processo de transformação lento na vida da filha, mas continuaram mantendo a fé. “Era como se Deus me dissesse: ‘Se continuares a tentar consertar Laura, eu não vou consertar. Se puseres a Laura nas minhas mãos, eu operarei’”, disse Francine.
Certo dia, Laura decidiu ir à igreja, mas a sua mãe entrou em conflito. “Eu pensei que se ela fosse à igreja parecendo um homem, ela nos envergonharia. Isso mostrou-me quão longe eu ainda estava de Cristo”, confessa Francine.
Para a surpresa da mãe, naquele dia Laura tomou a decisão de deixar de ser transgénero, romper o relacionamento com seu parceiro e voltar para casa de seus pais. Eal converteu-se realmente a Cristo há cerca de um ano.
Francine e Paul acreditam que Deus respondeu às suas orações e incentivam outros pais a nunca desistirem dos seus “filhos pródigos”. Hoje Laura está ativa na igreja e tem uma nova vida. “Sou a prova viva de que o amor de Deus é maior do que a mentira de Satanás”, afirma ela.
- in Folha Gospel




