
A Igreja em Atos 2, a Igreja Pentecostal, é a Igreja Messiânica (segue Cristo como o Messias 1, não como Cabeça do Corpo), pois é a Igreja profética, encontrando-se na linha da profecia como se vê ao experimentar o cumprimento de profecias (Atos 2:16); não é a Igreja do mistério (Efésios 5:32) da qual nenhum profeta sabia (Col. 1:26), a Igreja que é o Seu Corpo, a Igreja de que Ele é Cabeça (Col. 1:24; Efésios 1:22; 5:23).
É sobre esta Igreja Pentecostal que é Messiânica, Profética, que lemos:
“E perseveravam na doutrina dos Apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”.
Nenhuma destas expressões e palavras tem a ver com a Igreja, o Corpo de Cristo, com a dispensação da graça que foi dada mais tarde ao Apóstolo Paulo (Efésios 3:2,3).
A “Doutrina dos apóstolos” é a doutrina dos doze apóstolos. É a doutrina que tem a ver com as doze tribos de Israel, é a doutrina da lei e do reino, que inclui “muitas maravilhas e sinais” (Atos 2:43) bem diferente da doutrina do Apóstolo Paulo à qual ele chama “minha doutrina”, uma vez que lhe foi dada a ele e por seu intermédio a nós (2 Tim. 3:10; 1 Tim. 6:3), por conseguinte, uma doutrina que só surgiu mais tarde, evidentemente só após a sua conversão.
A “Comunhão” é a comunhão de Atos 2:44,45 “E TODOS os que criam estavam JUNTOS, e tinham TUDO EM COMUM. E vendiam as sua propriedades e fazendas, e REPARTIAM COM TODOS, segundo cada um havia de mister”. Nada do que vemos ali acontecer tem a ver com “a comunhão do Corpo de Cristo” de que Paulo fala em 1 Coríntios 10:16. No Corpo de Cristo os membros do Corpo não têm que vender as suas “propriedades e fazendas” e terem “tudo em comum”. No Corpo de Cristo não têm “TODOS” “TUDO” “EM COMUM”. Ao contrário do que se vê na Igreja Pentecostal Messiânica, na Igreja, o Corpo de Cristo, há "ricos" (1 Tim. 6:17) e os pais entesouram para os filhos (2 Cor. 12:14).
O “Partir do pão” é a Ceia do Senhor relacionada com o reino, não com a Ceia do Senhor que diz respeito à dispensação da graça, ao Corpo de Cristo, que só mais tarde foi revelada ao Apóstolo Paulo (1 Cor. 11:23-26).
As “Orações” são as orações que têm a ver com o reino (Mat. 6:10), em que tudo o que os crentes pedem recebem (Mat. 18:19; Mat. 21:22). Não são as orações que têm a ver com o Corpo de Cristo mais tarde ensinadas por Paulo, em que a única garantia que os crentes têm é “a paz de Deus, que excede todo o entendimento” guardar os seus corações, não o recebimento do que pedem (Fil. 4:6,7).
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1 Em Pentecostes Cristo ainda está a ser oferecido à nação de Israel como o seu Messias (Atos 2:19-26).
- C.M.O.
Artigos complementares:
A minha igreja não é Pentecostal
O dia de Pentecostes em Atos 2 foi realmente o início de quê?

4. Honrar os pais transmite toda a herança moral e espiritual de uma geração para a seguinte, impedindo a decadência da civilização.
É uma tragédia indizível quando pais piedosos descobrem que os seus filhos não seguem os seus passos. É indescritivelmente triste quando pais sóbrios descobrem que os seus filhos são bêbados, que as suas filhas são licenciosas e impuras. Porque é que tais coisas acontecem? Acontecem porque os filhos não honram os seus pais e mães.
Um pai e mãe que oram é importante. Um pai e mãe que exigem e recebem respeito e honra é ainda mais importante! E isso é assim porque tornar as crianças obedientes é mais importante do que pedir a Deus que faça o que nós não quisemos fazer. Acredito na oração quando esta é apoiada por ações obedientes. Eu não acredito que Deus preste muita atenção às orações de um pai e mãe que não querem fazer o que Deus disse sobre como tornar os seus filhos obedientes.
Somente honrando os pais é que os filhos podem transmitir e passar à geração seguinte a herança espiritual e moral da geração dos seus pais. Isso faz parte do significado da promessa relacionada com o quinto mandamento. Essa promessa diz, “para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá”. Uma civilização moralmente elevada só pode continuar se as crianças honrarem os seus pais. Caso contrário, as nações decaem, a moralidade diminui e as nações desabam arruinadas.
Um exemplo notável dessa transmissão de convicções religiosas profundas e de princípios justos de pais para as gerações seguintes é o fornecido pelos Recabitas durante o reinado de Joaquim, rei de Judá. Jeremias, no capítulo 35, fala-nos sobre isso. Jeremias recebeu ordem: “Vai à casa dos Recabitas, e fala com eles, e leva-os à casa do Senhor, a uma das câmaras, e dá-lhes vinho a beber” (Jeremias 35:2). E estes filhos dos Recabitas beberam vinho? Não, eles não beberam! “Mas eles disseram: Não beberemos vinho; porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos mandou, dizendo: Nunca jamais bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos” (Jer. 35:6). Estes homens observaram semelhantemente outros mandamentos que lhes foram dados gerações antes por Jonadabe, filho de Recabe. Eles transmitiram a herança moral e espiritual de uma geração para a seguinte. Quão grande seria o nosso país se os filhos honrassem os seus pais e mães de tal maneira que cada geração crescesse sobre o fundamento estabelecido antes dela pelos seus pais e mães!
- John Rice
The Home (O Lar)
(Continua)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (1)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (2)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (3)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (4)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (5)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (6)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (7)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (8)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (9)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (10)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (11)
“Honra a teu pai e a tua mãe” (12)