A prova pela qual toda a conduta será finalmente julgada é o motivo. Como a água não pode subir mais alto do que o nível, assim a qualidade moral de um ato nunca pode ser mais elevada do que o motivo que o inspira. Por esta razão, nenhum ato procedente de um motivo mau pode ser bom, ainda que algum bem pareça resultar dele. Toda a acção praticada pela ira ou despeito, por exemplo, ver-se-á, afinal, que foi praticada a favor do inimigo e contra o reino de Deus. Infelizmente, a atividade religiosa possui tal natureza, que muito desse tipo de atividade pode ser realizada por motivos maus, como a raiva, a inveja, a vaidade e a avareza. Toda a atividade desse tipo é essencialmente má e como tal será avaliada no juízo.
Ler mais …A Absoluta Importância do Motivo

... não estranheis ... 1 Pedro 4:12
Algo que é estranho é diferente, anormal ou esquisito. Isso pode incluir línguas faladas, comida ou experiências. São “experiências” que Pedro está a aludir aqui. Ele fala de provações como se elas fossem familiares, não diferentes; como se fossem conhecidas, não anormais; e como se fossem lugar comum, não esquisitas. É realmente quando não "sofremos como Cristãos" que devemos pensar que é estranho. Podemos esperar provações se estamos a viver para Cristo, mas alegramo-nos quando reconhecemos que Deus está a operar na nossa vida? Se não, isso, sim, seria estranho.
- N. C. Funston
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