A cruz

O jovem estava a chegar ao fim de si mesmo.
Não vendo qualquer forma de escape, dobrou os seus joelhos em oração. "Senhor, não consigo prosseguir," disse ele. "Tenho uma cruz demasiado pesada para levar."

O jovem estava a chegar ao fim de si mesmo.
Não vendo qualquer forma de escape, dobrou os seus joelhos em oração. "Senhor, não consigo prosseguir," disse ele. "Tenho uma cruz demasiado pesada para levar."
Perseverai em oração, velando nela com ação de graças; orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo ... Colossenses 4:2,3
Receio que o que Henry A. Ironside escreveu há mais de 90 anos ainda seja verdadeiro hoje: “A alma floresce em uma atmosfera de oração. As nossas almas irão definhar sem oração e o nosso testemunho será totalmente infrutífero se negligenciarmos a comunhão com Deus. Um dos pecados mais comuns entre os Cristãos hoje em dia é a falta de oração.” Que as nossas orações sejam fiéis, agradecidas e repletas de propósito.
- Pete Smith
Choice Gleanings (Respigos Selecionados)

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Ler mais …Como posso saber que os meus pecados estão todos perdoados?

O jovem Koikai aprendeu a Palavra de Deus em áudio. (Foto: Kenya Hope)
Já se interrogou como Deus usa o dinheiro que doa para missões? Uma pequena oferta tornou-se a semente que fez florescer o ministério de um jovem analfabeto no Quénia, no leste de África.
No ano passado, a missão Kenya Hope recebeu uma doação de 35 euros. Com o valor, o ministério adquiriu uma Bíblia em áudio e deu a um jovem chamado Koikai, que não sabia ler nem escrever.
“Ele começou a ouvir e, no ano seguinte, quando voltámos, perguntei quantas vezes ele havia ouvido. Ele tinha ouvido tantas vezes que quase tinha memorizado o livro de Mateus” disse Joy Mueller, da missão, ao Mission Network News.

Há certas doutrinas da fé Cristã que são absolutamente fundamentais.1 São de primeira importância. Nelas não há nem pode haver diferenças de opinião. Os verdadeiros crentes estão unidos nessas grandes verdades. A diferença de opinião nessas verdades tem sido bem rotulada de heresias. Os verdadeiros crentes estarão dispostos a dar a vida por essas verdades. Não podemos ter comunhão com os que negam as verdades fundamentais.
A bem conhecida fórmula de Richard Baxter simplifica muito bem estas coisas nestes termos:
Nas verdades fundamentais, unidade.
Nas questões secundárias, liberdade.
Em todas as coisas, caridade (ou, amor).
Há questões que são secundárias.2 Acerca delas os verdadeiros crentes podem diferir de opinião. Grandes homens de Deus não veem tudo exatamente do mesmo modo.
Depois há ainda uma terceira classe de assuntos que podem ser claramente rotulados de não essenciais. Quando se chega a esses assuntos há sempre pontos de vista diferentes, e deve haver liberdade para se discordar sem se causar conflitos ou divisões.
Um destes assuntos tem a ver com os cálices da ceia do Senhor. Por um lado, um só cálice simboliza a unidade do Corpo de Cristo. Mas quando a assembleia cresce, é normal usarem-se dois, três ou mesmo quatro cálices. Se quatro são válidos, porque não quarenta? O argumento para os cálices individuais repousa maiormente no perigo de se poderem transmitir doenças por meio do cálice comum, visto que o vinho não contem conteúdo alcoólico suficiente para matar os germes. Em qualquer caso isto não é uma questão de importância fundamental. Pelo contrário, proporciona uma oportunidade para mostrar amor e consideração aos que discordam de nós.
Outro assunto tem a ver com o uso de instrumentos musicais. Deve haver liberdade para uma assembleia adoptar a sua própria política nessa matéria. Nenhuma grande declaração de fé alguma vez considerou o acompanhamento instrumental como uma verdade fundamental da fé. Bem podemos parafrasear as palavras de Paulo sem violentá-las: «Porque, em Cristo Jesus, nem o órgão nem a sua ausência têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura» (Gál. 6.15).
Sumariemos: Nas verdades fundamentais deve haver unanimidade em qualquer assembleia. No que concerne às questões biblicamente importantes, mas não fundamentais, cada assembleia deve adotar uma posição no temor de Deus. Qualquer ensino contrário, público ou privado, que crie conflito ou divisão, não deve ser permitido. Se uma pessoa discorda com a posição da assembleia e sente que deve deixar aquela comunhão, deve fazê-lo em quietude e pacificamente, sem procurar arrastar outros com ele. Nas questões não essenciais, podemos ter convicções fortes nessas áreas, mas temos de reconhecer que há irmãos a quem Cristo salvou igualmente, que não concordam connosco. Por isso devemos evitar o dogmatismo excessivo.
Cromwell disse, “Rogo-vos pelas grandes misericórdias de Cristo que concebais a possibilidade de estardes errados”. Quando alguém tentou procurar defeitos no Dr. Ironside em alguns assuntos não essenciais, ele terá dito, “Bem, irmão, quando chegarmos ao céu, um de nós estará errado—e talvez seja eu!”. O fogo ter-se-á desvanecido, porque o irmão Ironside não lhe acrescentou combustível (Pro. 26.20).
Pode haver comunhão sem total acordo nestes tópicos. Onde há amor e quebrantamento, oração e paciência, humildade e temperança, as diferenças esbatem-se com amizade. Os crentes podem discordar sem serem desagradáveis.
Que o Senhor nos ajude a ser um exemplo nisso!
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