24-05-2021 - Estado islâmico busca renascimento em países cristãos, como Congo e Moçambique

Soldados do exército moçambicano passam por casas destruídas por insurgentes ligados ao Estado Islâmico em Palma, Moçambique. (Foto: João Relvas/EPA/Shutterstock)
O Estado Islâmico (EI) estava a desmoronar-se no Iraque e na Síria, até que, das selvas do leste do Congo, um jihadista apareceu no YouTube para declarar que califado estava a reagrupar-se na África Central.
“Convido todos os muçulmanos do mundo a juntarem-se a nós no Congo”, disse o homem, que se identificou como árabe e carregava uma metralhadora. “Juro por Deus que esta é a morada do Estado Islâmico.”
Na época, analistas acreditavam que era apenas uma forma do grupo terrorista em ruínas ganhar manchetes. Mas três anos depois, a província centro-africana do Estado Islâmico expandiu-se tão rapidamente que o Departamento de Estado dos EUA impôs sanções ao grupo e à sua liderança em março pela primeira vez.



