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A Encarnação de Cristo

 Jesus vai nascer numa manjedoura ou num lixão?

  

Historicamente, é um facto bem estabelecido que Jesus de Nazaré nasceu em Belém nos dias do Rei Herodes. Mateus e Lucas registam a chegada do nosso Senhor com uma simplicidade notável que até uma criança pode entender. Mas é o Apóstolo dos Gentios que explica o significado da encarnação de Cristo.

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Que amor!

Que amor é esse? - Bíblia JFA Offline 

 

     Pois Me rodearam cães: o ajuntamento de malfeitores Me cercou, traspassaram-Me as mãos e os pés. Salmo 22:16

     As Suas mãos tocaram a língua do mudo e ele falou (Marcos 7:33-35). As Suas mãos tocaram os leprosos e eles foram purificados (Mt 8:3). Ele tocou um esquife fúnebre e o jovem nele voltou à vida (Lucas 7:14-15). Os Seus pés percorreram um caminho perfeito, sem desvios, vacilações ou hesitações - um caminho de verdadeira obediência ao Seu Deus Pai. No entanto, Ele permitiu que essas mesmas mãos e pés tivessem pregos cravados neles no Calvário. Tal foi o Seu amor por ti e por mim.

— John M. Clegg
Choice Gleanings (Respigos Selecionados)

Como o Cristão vence as tentações?

Billy Graham
 

 Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.

 

PerguntaComo um cristão lida com a tentação? – F. T.

Resposta: J. Edwin Orr uma vez comparou o Cristão atacado por Satanás a um rato a ser atacado por uma mãe que empunha uma vassoura. O rato não fica sentado a contemplar a mãe ou a vassoura. Foca-se numa forma de escapar. Portanto, nós, Cristãos sob ataque satânico, devemos focar-nos no nosso “meio de escape”. Deus diz que Ele tem construído tal via.

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Contextualização do Evangelho

O que é a contextualização? 

 

“Tenho uma dúvida sobre algo que creio chamar-se de contextualização da mensagem do Evangelho... gostaria de entender mais sobre isso…”

A contextualização do Evangelho é um conceito que tem vindo a ser popularizado pelas igrejas emergentes do ocidente, o que por si só já é motivo de preocupação. É essencialmente uma tentativa de acomodar a mudança social, cultura, tradição e visões religiosas de outras fés, assim chamadas, na apresentação do Evangelho. A Palavra de Deus é então adaptada, quando preciso, para se moldar a essas áreas de forma mais eficaz a fim de ser ministrada aos outros.

Por exemplo, o muçulmano tem uma visão monoteísta de Alá. Ou seja, há apenas um Deus verdadeiro. A teologia contextualizada questiona se isso é compatível com o Cristianismo, uma vez que este também sustenta uma visão monoteísta de Deus. Com o que parece ser um terreno comum, eles sentem que têm uma porta aberta cooperar. Embora isto seja apenas uma faceta da contextualização, é uma prática questionável na melhor das hipóteses e, em alguns casos, herética.

A Palavra de Deus continua como a autoridade final única em todas as questões de fé e prática. Não precisa do auxílio de conceitos, que só servem para minar as Escrituras. Há um Deus vivo e verdadeiro cujo nome é Jesus Cristo, “porque n’Ele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col. 2:9). Todos os outros deuses ou visões de deuses são falsidade!

Por Paul M. Sadler

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