Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO XVIII - ACTOS 11:1-18 (Cont.)
A DEFESA DE PEDRO PERANTE OS SEUS IRMÃOS
Também deve ser notado que Pedro, na sua defesa perante os seus irmãos, não indicou que tivesse recebido qualquer revelação quanto a um novo programa que estava para ser introduzido. Na verdade, a sua explicação indica que ele até ainda nem tinha compreendido perfeitamente o que Deus estava a fazer. Ele meramente “começou a fazer-lhes uma exposição por ordem”, isto é, ele relatou os factos simples e naturais, explicando como ele próprio dissera: “De maneira nenhuma, Senhor”, e como o próprio Senhor ordenara este desvio do programa revelado, e ordenara a acompanhar os mensageiros Gentílicos “nada duvidando”1 e tinha interrompido a sua mensagem quando começou a falar. “E também”, ele acrescentou: “estes seis irmãos foram comigo”. Estes seis irmãos Judaicos tinham entrado com ele na casa Gentílica e tinham ficado tão atónitos quanto ele, perante o que Deus tinha operado ali. Pedro resume assim a sua defesa ao dizer simplesmente: “Quem era então eu, para que pudesse resistir a Deus?”
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Viciados em teorias da conspiração, como noticiámos dia 
As pretensões de islamizar a Europa já existem há séculos. Esse objectivo jamais foi abandonado pelos Muçulmanos, pois é parte integrante da sua ideologia de conquista do mundo, que é camuflada religiosamente. Os seus seguidores devem empenhar-se inflexivelmente em submeter todo os países ao Corão e à lei islâmica, a sharia. A Europa encaminha-se, demográfica e culturalmente, para uma grande reviravolta. Políticos e religiosos, magnatas das finanças e dos media, estão a tornar-se nos coveiros da cultura ocidental.