Que Evangelho?
Um amigo pergunta-lhe: “Ouviu as boas notícias?” E o leitor responde: “Quais boas notícias?” Naturalmente! As boas notícias não são todas as mesmas. No entanto algumas pessoas seguem este procedimento quando lêem na Bíblia a frase “o Evangelho” - que significa simplesmente “boas notícias”. Tem-lhes sido ensinado que “o Evangelho é o Evangelho” e que “só há um Evangelho,” mas à luz da própria Bíblia isso simplesmente não é assim.Deus não tem proclamado apenas um só Evangelho, um só pacote de boas notícias, ao longo dos séculos, mas muitos. Ele qualificou a palavra “Evangelho” com títulos diferentes, do mesmo modo que uma mulher rotula as suas compotas para distinguir os diferentes doces que ela tem preparado para o Inverno.
A maioria dos adultos Americanos escolhe a dedo as suas crenças religiosas para criar, essencialmente, uma religião "personalizada", em vez de adoptar o conjunto de crenças ensinadas por uma determinada igreja, descobriu um
Considerado por muitos o melhor jogador de futebol de todos os tempos, rivalizando com o brasileiro Pelé, Diego Armando Maradona foi também um dos futebolistas mais amados e polémicos de sempre. Esta paixão levou um grupo de amantes do desporto-rei a criarem em 1998 a Igreja Maradoniana, um verdadeiro culto ao mago da bola, que tem mandamentos, feriados, orações e até sacramentos, como as restantes religiões.
No seu livro A Place Among The Nations: Israel and the World [Um Lugar Entre as Nações: Israel e o Mundo], [o ex-primeiro-ministro Israelita] Benjamin Netanyahu identifica o americano William Blackstone como um dos exemplos mais notáveis de Cristão Sionista. Netanyahu comenta que “tal actividade Cristã precede o moderno Movimento Sionista em, pelo menos, meio século”.[1] (Na realidade, há registo de Sionismo Cristão já no fim de 1500 na Inglaterra).[2] Os primeiros Cristãos Sionistas eram conhecidos como Restauracionistas, visto que desejavam uma restauração dos judeus à terra de Israel. O nome de William Blackstone é muito estimado pelos judeus sionistas, a ponto do Estado de Israel ter dado o nome de Blackstone a um bosque, a fim de homenageá-lo pelos esforços iniciais para influenciar outras pessoas a favor da reconstituição da nação de Israel.