Ceia do Senhor - A separação do crente para Deus
I Coríntios 10:16-23: “16 Porventura, o cálice de bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo? 17 Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão. 18 Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são, porventura, participantes do altar? 19 Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? 20 Antes, digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios. 21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. 22 Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que Ele? 23 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.”
Tendo advertido e exortado os crentes de Corinto quanto à sua atitude como cristãos, o apóstolo volta-se agora de novo para o assunto que evidentemente se revelou mais difícil de resolver: a questão de comer carne que havia sido oferecida em sacrifício aos ídolos. E assim recebemos luz tão necessária sobre um tema que hoje parece tão insolúvel como parecia no tempo de Paulo: o problema da liberdade cristã versus amor cristão e consideração, ou dos direitos do crente comprados pelo sangue versus a sua liberdade de renunciar a alguns desses direitos em proveito dos outros.
Com um apelo a que considerassem cuidadosamente o que ele havia dito, ele introduz o seu argumento com algumas questões profundas sobre esse memorial sagrado que no versículo 21 ele chama de “mesa do Senhor”, e no capítulo 11, versículo 20, de “Ceia do Senhor”.
Pergunta:
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