Jerusalém capital de Israel. Cumpriu-se a profecia?

Não, a decisão de os Estados Unidos reconhecerem Jerusalém como capital de Israel nada tem a ver com o cumprimento das profecias. Jerusalém já foi e deixou de ser capital de Israel muitas vezes ao longo da história. Não se pode negar que o palco para os últimos dias esteja sendo armado, mas os eventos em si não devem ser vistos como cumprimento profético. O artigo "Prophetic Studies" de W. W. Fereday é extremamente atual e oportuno, apesar de ter sido escrito por volta da segunda década do século 20, após a Primeira Guerra Mundial e antes de 1948:
Os homens fariam bem em deixar Deus fazer o seu próprio trabalho, no seu devido tempo e à sua própria maneira. A intromissão humana com os propósitos de Deus só pode levar ao desastre. Dentre os muitos movimentos de nossos dias, todos solenemente sugestivos de que o fim da era se aproxima, está a proposta do governo britânico de restabelecer o povo judeu na terra de seus pais. Repetimos "o povo judeu", não as doze tribos como tais. Do paradeiro de dez das tribos nada é conhecido com certeza, Jeová irá tratar com elas quando a grande trombeta for soada na aparição pública do Filho do Homem (Isaías 27:13, Mateus 24:31). Sua restauração reside totalmente fora dos acordos políticos dos homens.
A Declaração Balfour sobre a Palestina, datada de 2 de novembro de 1918, tornou-se mundialmente famosa. O talentoso estadista (desde que foi feito Conde) que escreveu essa carta para Lord Rothschild provavelmente não teve uma percepção adequada do seu significado. Marcou uma época na história, não apenas dos judeus, mas do mundo. A Palestina teve muitos mestres gentios desde a grande dispersão resultante do assassinato do Messias, mas estava reservado para os britânicos anunciarem ao mundo que propusessem tornar a terra um lar nacional para o povo judeu.
Ler mais …Jerusalém capital de Israel. Cumpriu-se a profecia?


