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Porque é que a Bíblia é tão confusa?

Billy Graham


Pergunta
: Recentemente, decidi ler a Bíblia e comecei com o livro de Apocalipse. Mas depois dos primeiros capítulos fiquei verdadeiramente confuso, e não entendo o que diz. - Z.F.

Resposta: O Apocalipse (o último livro na Bíblia) foi escrito para nos falar do futuro - especialmente o conflito final entre Deus e Satanás, e o triunfo do Senhor Jesus Cristo sobre todos os poderes do mal, da morte e do inferno. Como o primeiro versículo declara, é a " Revelação de Jesus Cristo … para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer" (Apocalipse 1:1).

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16-02-2018 - Livro “Torturado por amor a Cristo” vira filme

Tortured for Christ

 

     No início da década de 1940, o Partido Comunista da Roménia possuía apenas 10 mil membros, mas conseguiram tomar conta do país. Quando um milhão de soldados russos invadiram território romeno o Rei Miguel I entregou-les o poder. Era 23 de agosto de 1944, o início de um pesadelo que duraria quase meio século.

     Richard Wurmbrand foi um dos opositores à imposição do ateísmo por parte dos comunistas. A maior parte dos líderes da igreja católica e da ortodoxa, que eram maioria, abraçaram o regime e não ousavam contestar.

     Em 1945, Richard Wurmbrand liderava um ministério “subterrâneo”, que continuava a pregar o Evangelho. A postura de Wurmbrand fez com que ele passasse quatorze anos como prisioneiro dos comunistas, sendo constantemente torturado e forçado a negar a sua fé. Mas ele não cedeu.

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Estudo Bíblico complementar, quarta-feira, 14FEV18 - Colossenses 1:19

CMO 29OUT17b


A Igreja como plenitude de Cristo

     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     “E sujeitou todas as coisas a Seus pés, e sobre todas as coisas O constituiu como Cabeça da Igreja,

     “Que é o Seu corpo, a plenitude d’Aquele que cumpre tudo em todos” (Efésios 1:22,23).

     O contexto é claro. A Igreja é a plenitude de Cristo. Podemos dizer, perante o que acima está escrito, que o Senhor sentir-Se-ia incompleto sem a Sua Igreja. A Igreja, por assim dizer, completa o Senhor Jesus Cristo. Ela realiza-O, torna-O pleno; é a Sua plenitude. É claro que isto é a mais pura manifestação da Sua graça para connosco, pois sabemos bem o quanto nada somos em nós mesmos. Só mesmo a graça de Deus nos poderia valorizar …. E que valor! Glória, pois, ao Seu Nome!

     O Senhor valoriza-nos tanto, na Sua graça, que como Cabeça, para ficar completo, pleno, "precisa" do Corpo. Uma cabeça sem corpo é nada e um corpo sem cabeça, nada é. Neste sentido, Ele, em graça para connosco, sente-se pleno tendo-nos e, como lemos noutros textos bíblicos, Ele também nos completa a nós; somos plenos, completos n'Ele. Ele é também a nossa plenitude. "E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3:19). Como se vê, nós somos cheios de toda a plenitude de Deus, ao conhecermos o amor de Deus revelado em Cristo. Sim, o que é que lemos em Colossenses 2:10? Lemos de forma muito clara: “E estais perfeitos [ou, completos, plenos] n’Ele …”.



Não defraudando expectativas


     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     Quantas vezes ouvimos pais dizerem que teria sido do seu agrado que os seus filhos fizessem isto ou aquilo, conseguissem aquilo, ou aqueloutro, fossem ali ou acolá. Que modelo de Filho é o Senhor Jesus Cristo! Que modelo para todos os que são filhos nos lares! O Senhor Jesus Cristo não defraudou as espectativas do Seu Pai a Seu respeito.

     Fosse no quadro negro dos pecados que se veem confessados no rio Jordão, fosse no quadro resplandecente glorioso do Monte da transfiguração, o Filho sempre obteve do Pai a exclamação de satisfação e agrado a Seu respeito:

     “Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mateus 3:17).

     “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o Meu amado Filho, em quem Me comprazo: escutai-o” (Mateus 17:5).

     Os filhos devem preocupar-se em não defraudar as expectativas dos pais a seu respeito - nem em relação à confissão do pecado, convertendo-se, nem em relação à transformação gloriosa que os pais sempre desejam para os seus filhos, consagrando-se.

     Filhos, não defraudeis as expectativas que os vossos pais têm de vós e, mais importante, muito mais importante, ó irmãos na fé, não defraudeis as expectativas que Deus, o vosso Pai celestial, tem de vós. E qual é o nível da expectativa a vosso respeito, a nosso respeito? Plenitude! “Toda a plenitude. “Cheios da plenitude de Deus”.

Estudo Bíblico complementar, quarta-feira, 14FEV18 - Colossenses 1:19

CMO 29OUT17b


A Igreja como plenitude de Cristo

     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     “E sujeitou todas as coisas a Seus pés, e sobre todas as coisas O constituiu como Cabeça da Igreja,

     “Que é o Seu corpo, a plenitude d’Aquele que cumpre tudo em todos” (Efésios 1:22,23).

     O contexto é claro. A Igreja é a plenitude de Cristo. Podemos dizer, perante o que acima está escrito, que o Senhor sentir-Se-ia incompleto sem a Sua Igreja. A Igreja, por assim dizer, completa o Senhor Jesus Cristo. Ela realiza-O, torna-O pleno; é a Sua plenitude. É claro que isto é a mais pura manifestação da Sua graça para connosco, pois sabemos bem o quanto nada somos em nós mesmos. Só mesmo a graça de Deus nos poderia valorizar …. E que valor! Glória, pois, ao Seu Nome!

     O Senhor valoriza-nos tanto, na Sua graça, que como Cabeça, para ficar completo, pleno, "precisa" do Corpo. Uma cabeça sem corpo é nada e um corpo sem cabeça, nada é. Neste sentido, Ele, em graça para connosco, sente-se pleno tendo-nos e, como lemos noutros textos bíblicos, Ele também nos completa a nós; somos plenos, completos n'Ele. Ele é também a nossa plenitude. "E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3:19). Como se vê, nós somos cheios de toda a plenitude de Deus, ao conhecermos o amor de Deus revelado em Cristo. Sim, o que é que lemos em Colossenses 2:10? Lemos de forma muito clara: “E estais perfeitos [ou, completos, plenos] n’Ele …”.



Não defraudando expectativas


     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     Quantas vezes ouvimos pais dizerem que teria sido do seu agrado que os seus filhos fizessem isto ou aquilo, conseguissem aquilo, ou aqueloutro, fossem ali ou acolá. Que modelo de Filho é o Senhor Jesus Cristo! Que modelo para todos os que são filhos nos lares! O Senhor Jesus Cristo não defraudou as espectativas do Seu Pai a Seu respeito.

     Fosse no quadro negro dos pecados que se veem confessados no rio Jordão, fosse no quadro resplandecente glorioso do Monte da transfiguração, o Filho sempre obteve do Pai a exclamação de satisfação e agrado a Seu respeito:

     “Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mateus 3:17).

     “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o Meu amado Filho, em quem Me comprazo: escutai-o” (Mateus 17:5).

     Os filhos devem preocupar-se em não defraudar as expectativas dos pais a seu respeito - nem em relação à confissão do pecado, convertendo-se, nem em relação à transformação gloriosa que os pais sempre desejam para os seus filhos, consagrando-se.

     Filhos, não defraudeis as expectativas que os vossos pais têm de vós e, mais importante, muito mais importante, ó irmãos na fé, não defraudeis as expectativas que Deus, o vosso Pai celestial, tem de vós. E qual é o nível da expectativa a vosso respeito, a nosso respeito? Plenitude! “Toda a plenitude. “Cheios da plenitude de Deus”.

Porque é que o mistério não foi revelado antes?

Harry Bultema
 
Notas de uma mensagem

     O Apóstolo dos Gentios prosseguiu na sua caminhada e testemunho de glória em glória. A morte de Cristo pelos nossos pecados, tornou-se em Romanos uma morte e ressurreição com Ele e sobre isto ele baseou toda a doutrina da santificação: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.” Este reconhecimento não é sentimento, experiência, mas um acto de fé, de crer no que Deus diz na Sua Palavra.

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