Alguém está a Cantar um Hino
Alguém está a Cantar um Hino em Algum Lugar.
Até mesmo enquanto o leitor está a ler estas linhas alguma dona-de-casa está a cantarolar "Sublime Graça" enquanto lava pratos, um jovem está a cantar "Rude Cruz" enquanto corta a relva e uma mãe embala o seu bebé com "Manso e Suave Está Cristo Chamando". Alguém está a cantar um hino em algum lugar.
Alguma congregação está a cantar um hino. Até mesmo enquanto o leitor lê estas linhas uma igreja está a adorar. Uma tribo na África canta "Bendita é Sempre a Oração". Alguns cristãos corajosos na Igreja subterrânea da China sussurram "Mais Perto Quero Estar". Uma igreja de negros em Brooklin, EUA, canta "Achei Um Grande Amigo". Outros cantam "Bendita Segurança" e "Quão Grande és Tu", ... e outros bem conhecidos.
Porquê? Porque é que eles cantam estas canções? Elas não foram escritas na sua geração. Poucas foram escritas na sua língua. Porque é que eles cantam estas canções antigas, de outra época? O leitor pode responder a esta pergunta, não pode? A minha opinião é que os hinos são amigos. Amigos que lhe recordam coisas boas. Amigos que contam boas histórias.
Quando os cantamos, estamos a fazer o mesmo que Charles Wesley e Isaac Watts. Quando os cantamos, abraçamos as mesmas verdades que Martinho Lutero. Quando os cantamos, somos uma voz num grande coro de outras almas que louvam o Nazareno.
Jesus também cantou um hino. Na noite antes da Sua morte, este foi o Seu último acto conhecido antes de ir para o Jardim do Getsêmane: Ele cantou um hino.(Mt.26.30) Na véspera do Calvário, o nosso Senhor precisou de um amigo. Ele encontrou-o num hino.