
A revolução sexual que começou a sério há cinco décadas com promessas de novas e libertadoras liberdades sexuais, deixou atrás de si, pelo contrário, um quadro de destruição moral que tem minado o tecido e fundação da nossa nação. Ao desprezar o que foi percebido como as restrições puritanas das gerações anteriores, os anos 60 e os anos 70 lançaram uma nova era de experimentação sexual. A revolução, inaugurada publicamente com o "Summer of Love" (verão de amor) de 1967 no distrito de Haight-Ashbury, em San Francisco, prometeu uma era iluminada de moralidade sexual.
A nova forma de pensar, dizia que a coabitação não era realmente um problema. O divórcio não era assim tão prejudicial quanto se pensava. A promiscuidade não representava qualquer perigo claro e presente para a unidade familiar. A atração por pessoas do mesmo sexo era perfeitamente normal. A pornografia era pouco motivo de grande preocupação. Na verdade, toda uma indústria desenvolvia-se em torno da sua sedução espúria.
Ler mais: Franklin Graham sobre a praga da imoralidade
Os literalistas da Bíblia creem que será estabelecido em Israel um reino davídico, terreno, físico.
Uma passagem usada contra a interpretação literal do reino físico é Lucas 17: 20-21.
"E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou, Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós"- Lucas 17: 20-21
Ler mais: O reino de Deus entre vós