O Islão será, de facto, uma religião de paz e amor?

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Dave Hunt, da publicação, The Berean Call, argumenta persuasivamente dizendo que o ataque de 11 de Setembro ao World Trade Center e ao Pentágono está consistente com a linha dorsal da teologia Muçulmana ao longo dos séculos, e não se tratou dum desvio fanático aberrante, a despeito dos clamores  contrários dos media e de pessoas ingénuas. Na mente de pessoas civilizadas estes homens eram incrivelmente fanáticos. Mas seriam mesmo?

Poderia alguém chamar de fanático ao líder espiritual de um enorme país, um homem universalmente reconhecido como representante fiel da sua religião? Quem conheceria melhor a sua religião que ele mesmo, líder espiritual?  Referimo-nos ao Ayatollah Khomeini do Irão, quando declarou que "A alegria mais pura no islão é matar e morrer por Alá”. Será isto fanatismo?

E alguém chamaria ao fundador de uma grande religião do mundo de fanático? Muhammad (Maomé), que matou milhares de pessoas com os seus seguidores, ao estabelecer e espalhar o Islão, disse dos Muçulmanos, “Quem abandonar a sua fé, mata-o ... Eu recebi ordens de Alá para combater as pessoas até elas testificarem que não há Deus senão Alá e que Maomé é o seu mensageiro”. Maomé teria sido um fanático? Os que lhe obedecem hoje, serão fanáticos, ao exigirem a pena de morte para os Muçulmanos (como no Afeganistão, Emirados Árabes, Paquistão, Arábia Saudita, e Sudão), que por razões de consciência se convertem a uma outra religião?

Não necessitaremos de uma nova definição para fanatismo?

Hunt escreve: "Os devastadores actos de Guerra ... Não querem dizer que todos os Muçulmanos sejam violentos, mesmo em potência, mas desmascaram a ideia errada, que é uma mentira, de que todas as religiões são moralmente iguais, como muitos gostam de acreditar”.

Hunt prossegue: “Os devastadores actos de Guerra levados a cabo pelos terroristas Islâmicos têm sido recebidos com declarações ingénuas de líderes governamentais bem intencionados que pretenderam dizer que devemos distinguir entre o terrorismo perpetrado por grupos extremistas e o próprio Islão, que é pacífico. No entanto, o Qur’an (Alcorão) tem mais de 100 versículos que defendem o uso da violência para espalhar o Islão. No Alcorão, Alá ordena aos Muçulmanos, “Não tomeis os Judeus e os Cristãos por amigos ... Matai os idólatras [não-Muçulmanos] onde quer que os encontreis ... preparai-lhes emboscadas ... lutai contra esses ... marchai para o combate com armas ligeiras e armas pesadas e sacrificai as vossas riquezas e as vossas vidas na luta por Alah!” (Surah (Capítulo)  5.51;9.5,29,41, etc.). Apesar da maioria dos Muçulmanos se encolher na obediência a tais mandamentos, é este o Islão oficial e não se pode deixar de concluir que Muhamad (Maomé) era um falso profeta e assassino”.

No seu breve discurso à nação, na manhã do dia 12, o Presidente Bush declarou que os ataques a New York e Washington, D.C. tinham sido “actos de Guerra”.  De facto foram jihad ("guerra santa").  Ele disse que “a liberdade e a democracia estão sob ataque [mas] nós não permitiremos que este inimigo vença a Guerra ao restringir a nossa liberdade”. Será uma mera coincidência o facto da liberdade de expressão, de religião, de imprensa, e de voto e consciência que temos como muito caros no ocidente sejam suprimidos em todos os países  Muçulmanos?

Quem tem a ousadia de fazer a relação óbvia entre esta declaração de Guerra contra a América, e a declaração de Guerra contra todo o mundo por Maomé no século VII? Desde a sua génese, a jihad  tem sido travada por combatentes Islâmicos para espalharem esta religião de violência e ódio. O Islão não muda. Multidões de Muçulmanos amotinadas invariavelmente cantam no seu “fanatismo”, “Alá é grande! Alá é grande!”.

Alá não é uma outra forma de denominar Deus. O nosso Deus não é Alá.

É ingenuidade imaginar que estes terroristas dêem a vida por uma nobre causa humanitária. A sua coragem é apenas oriunda da doutrina do Islão. Abu-Bakr, o  primeiro Califa a suceder a Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o Paraíso sem passar pelo martírio), declarou que mesmo que ele tivesse um pé no Paraíso não poderia esperar que Alá o deixasse entrar. No Islão, a única forma segura de se conseguir alcançar o Paraíso, é através do sacrifício da vida na jihad . Sim, o suicídio de alguém é proibido como homicídio sobre si mesmo.  Mas o sacrifício da vida ao matar infiéis traz a mais elevada recompensa.

E que recompensa traz o Paraíso ao mártir da jihad? É-lhe prometido um palácio de pérolas no qual há 70 mansões; dentro de cada mansão há 70 casas e em cada casa há uma cama onde estão 70 lençóis e em cada lençol uma bela virgem. É-lhe assegurado que terá o apetite e a força de 100 homens para comer e praticar sexo. É este o sonho fantástico que alimenta os rapazes Muçulmanos desde a sua infância. É esta motivação que lhes dá a assombrosa coragem e determinação para treinar e executar actos terroristas nos quais sacrificam as suas vidas ao provocarem a morte e a destruição aos “inimigos de Alá”. 

Apesar das pessoas de boa vontade naturalmente recuarem na atribuição de culpas a esta grande religião do  mundo, nós não nos deixamos cegar por sentimentalismos. Não devemos permitir que o Islão escape à sua inegável responsabilidade.

É verdade que a maioria dos Muçulmanos são pessoas pacíficas e amáveis e protestam opondo-se ao terrorismo. A nossa simpatia vai para eles. Contudo, não deveríamos perguntar-lhes porque é que seguem uma religião fundamentada na violência e que desde a primeira hora se espalhou com a força da espada? Sob a liderança de  Maomé no Séc. VII, milhares de Árabes (e muitos Judeus e Cristãos) na Península Arábica foram mortos pelos ferozes “santos combatentes”  para forçar essa religião no mundo Árabe. Com a morte de Maomé a maioria dos Árabes abandonou o Islão, pensando que finalmente estariam livres. Mas logo dez milhares de Árabes foram massacrados nas Guerras da Apostasia, o que forçou a Arábia voltar a ficar debaixo de Alá.

O Islão espalhou-se à força da espada por toda a parte a partir dessa base.

Na radio e TV, desde o fatídico 11 de Setembro, é-nos dito repetidas vezes pelos governantes bem intencionados que devemos de ter cuidado em não culpar o Islão pelo que alguns fanáticos têm feito. Mas na realidade, os terroristas actuam em obediência directa a Maomé, ao Alcorão, a Alá e ao Islão. Apesar dos Muçulmanos nominais rejeitarem a ideia, todos os escolásticos Islâmicos concordam que é dever religioso de todo o Muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o Islão até que este tome conta do mundo.

Temos de encarar algumas questões simples: A causa de escravatura cruel, tortura e massacre de milhões no sul do Sudão, não é a tentativa de forçá-los ao Islão? Não é o Islão a força condutora  por detrás dos tumultos assassinos  e destruidores contra os Cristãos na Nigéria, Indonésia, Paquistão e outros lugares afins? Não será a aplicação da lei Islâmica que faz com que os Taliban neguem todos os direitos civis aos que estão sob o seu controlo no Afeganistão?

E o que é que une o dividido mundo Árabe num ódio implacável e ilógico contra Israel, senão o Islão? Nenhum mapa-mundo Árabe admite a existência de Israel. O clamor do Islão é que Ismael, não Isaque, é o filho da promessa e de que a Terra Santa pertence àqueles que une os Árabes na determinação “fanática” de destruir os Judeus. 

Aceitemos a clareza dos factos. Será difícil de ver que o Islão é uma religião de violência e que os que a praticam não são extremistas e fanáticos no sentido ordinário destas palavras, mas sinceros seguidores de Maomé? Estes terroristas não são “fanáticos”, mas Muçulmanos fundamentalistas devotos que seguem rigorosamente a sua religião.  O reconhecimento deste facto deve levar-nos a ter simpatia pelos Muçulmanos de todas as nacionalidades que estão tragicamente armadilhados neste sistema, e a orar por eles e evangelizá-los, para que Deus na Sua misericórdia os salve verdadeiramente.

Não há nenhuma forma certa de fazer algo errado

 

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