
E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Lucas 15:20
O aspeto surpreendente desta parábola que deve ter tido um grande impacto nos ouvintes são as duas palavras “e correndo”. Naquela época, os pais respeitados só andavam sempre com propósito e com dignidade. Faltava decoro ser visto a correr e isso nunca era praticado. Portanto, a corrida do pai estava fora do comportamento socialmente aceite, mas revelava profunda compaixão pelo filho. Só aqui nas Escrituras vemos uma imagem de Deus com pressa. Está sempre ansioso por aceitar pecadores arrependidos. Voltamos para o Pai?
- Paul Young
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… Porque temeis, homens de pouca fé?… Mateus 8:26
Os discípulos, pescadores experientes, estavam a enfrentar uma tempestade que os enchia de terror, e o Senhor dormia, aparentemente indiferente à sua situação. Acordaram-n’O então e Ele interveio, acalmando a tempestade e repreendendo-os delicadamente pelo seu medo e falta de fé. Aprendemos aqui que a fé é testada e fortalecida quando enfrentamos adversidades, e não quando as circunstâncias são simpáticas. Aprendemos também, que o Senhor está sempre atento às nossas provações, e Ele está sempre pronto para ouvir os nossos clamores, e livrar-nos. Paulo escreve “… Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape…” (1 Coríntios 10:13).
- W. H. Burnett
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