A verdade está morta?

Quando os jovens radicais da década de 1960 se tornaram na nova geração de professores, políticos e líderes culturais, eles trouxeram consigo um sistema de valores desprovido de verdade absoluta.
"Os radicais tornaram-se na nova norma, e a nova norma era basicamente que os absolutos morreram", escreveu a Decision Magazine. “Uma pessoa tem que conceber a sua própria vida num sistema de crenças assim. E agora, passou cerca de meio século desde esse tempo e cantam de galo. A América perdeu o seu rumo”.
Na era digital, a morte dos absolutos é especialmente perigosa, porque “a capacidade de armar a rebelião através dos media e da tecnologia é muito mais fácil”.
“Atualmente uma declaração pode num minuto chegar a um milhão de pessoas. E as pessoas más irão aproveitar isso”, acrescentando que a Internet é a nova Torre de Babel, encolhendo o globo com a capacidade de multiplicar o bem ou o mal.
Num mundo assim, os Cristãos devem ter um entendimento aguçado da sua cultura, a fim de levar o Evangelho àqueles que precisam dele de um modo que a comunicação com eles se consiga.
“Qual é a estrada romana de hoje? Qual é a língua grega de hoje? Paulo foi capaz de aproveitar essas duas realidades da estrada romana e da língua grega para chegar onde queria e estabelecer a igreja”.
Ao conversar com os jovens, a maioria admitirá, se suficientemente pressionada, que existem verdades morais, mas eles não têm nada sobre que basear essas crenças, exceto nas suas instituições.
“Estamos a viver uma época em que as pessoas estão a ouvir com os olhos e a pensar com os seus sentimentos. Temos que aproveitar essas duas vias.”



