O que devemos celebrar neste Natal?
Toda esta semana muito do mundo tem sido concentrado num único evento – o Natal. Isso só faz sentido. Dois mil anos depois, o Natal ainda pode fazer parar o trânsito. É o evento mais significativo da história da humanidade.
E deveria ser a maior celebração, a maior festa, que temos todo o ano.
Isto pode não surpreender a maior parte das pessoas. Nós temos inúmeras festas durante esta quadra natalícia. Em Dezembro, por vezes sente-se como se fossemos a uma diferente festa de Natal todos os dias. Mas, o que – ou quem – está a faltar na maioria destas festas? O convidado de honra! O Natal é uma festa de aniversário dedicada a Jesus.
Sabia que Deus gosta de festas? E ele quer que nós “festejemos” todos os Natais, ao celebrarmos o nascimento de Jesus.
Há alguns anos atrás eu estava em Manhattan durante a quadra natalícia. Lembro-me de estar no meio da 5ª Avenida a observar milhares de pessoas que andavam por ali agitadas. Ninguém parecia feliz. Todos pareciam deprimidos, sob stress – e mal-humorados. O Natal não é isso. O Natal é sobre as maiores notícias de sempre. A nossa celebração (e preparação para a celebração) deveria ser jubilosa e não tristonha.
Mas a despeito do comércio e caos que muitas vezes caracteriza a nossa época natalícia, Deus quer que este seja um tempo de celebração.
O que é que o anjo disse aos pastores ao anunciarem o nascimento de Jesus? “... Eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo.” Mas que grandes notícias são essas? O que é que é suposto celebrar?
Primeiro, Deus ama-o.
O mais famoso versículo da Bíblia, João 3:16, diz, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça mas tenha a vida eterna.” Isto são boas notícias. Deus amou o mundo de tal maneira. E foi por isso que Ele enviou Jesus. Ele estava numa missão de amor.
O Seu amor está baseado no carácter d’Ele, não no seu desempenho. Você não consegue fazer com que Deus deixe de o amar. Pode tentar, mas não o consegue.
A Bíblia torna muito, muito claro que Deus o ama. Deus enviou Jesus à Terra para um dia estender os Seus braços e morrer pelos seus e meus pecados. Você nunca compreenderá completamente o quanto Deus o ama. É como uma formiga tentar compreender a Internet. Você não tem capacidade cerebral para entender o quanto Deus o ama.
Segundo, Deus está consigo.
Deus está permanentemente consigo. Você pode não sentir a Sua presença, mas isso não torna este facto menos verdadeiro. A Bíblia diz que o nome de Jesus seria Emanuel, que significa, “Deus connosco.”
Quantos de vós têm sido abandonados na vida? Desculpem. Eu sei que Deus jamais vos abandona – nunca. Jesus foi verdadeiramente “Deus connosco.” E Ele ainda está connosco hoje.
Deus diz, “Eu não somente vos amo. Eu estou permanentemente convosco..” Isso significa que em 2009 não têm que enfrentar o que quer que seja sozinhos. Pode acontecer que não convide a presença de Deus para a situação – mas não tem de o fazer. Se Deus está perto, isso remove o seu temor. Não tem de se preocupar ou de ficar ansioso sobre o que virá a seguir.
Terceiro, Deus é por si.
Deus está do seu lado. Ele quer que você vença. Ele quer que você seja bem sucedido. De facto, Jesus disse isto: “Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (João 3:17). Muitas pessoas têm medo de Deus. Elas ficam nervosas quando as pessoas lhes começam a falar de Deus. Sabe porquê? Por causa da culpa. A culpa separa-nos de Deus. Nós pensamos, “Se eu me chegar perto do Deus, ele irá repreender-me. Ele irá lembrar-me de todas as coisas que fiz mal. Ele irá falar-me das coisas más.” Mas a Bíblia diz que Jesus não veio condenar o mundo. Ele veio salvá-lo. Ele diz, “Eu não vim condenar-te. Eu vim salvar-te.” Isto é boas notícias. E se Deus é por nós, quem será contra nós?
E, a propósito, tão-pouco a condenação é o nosso papel como Cristãos. Não é meu papel condenar o mundo. Eu não passo um segundo da minha vida a condenar a sociedade. Eu não vim para condenar o mundo. Vim para ajudar a salvá-lo. E o mesmo você. É esse papel que Deus diz ser seu ao tornar-se seguidor de Cristo.
Nós necessitamos de celebrar este Natal. O nascimento de Jesus foi – e é – boas notícias de grande alegria. E é para toda a gente, seja Católico, Protestante, Judeu, Muçulmano, Mórmon, Hindu, Budista, Baptista ou nada em particular. Ele é boas notícias de grande alegria para todo o povo porque Deus diz, “Eu amo-te, Eu estou contigo, e Eu sou por ti.”
Este artigo foi adaptado do sermão de Rick Warren de 2006 que serviu de base ao seu novo livro, O Propósito do Natal.
Isto pode não surpreender a maior parte das pessoas. Nós temos inúmeras festas durante esta quadra natalícia. Em Dezembro, por vezes sente-se como se fossemos a uma diferente festa de Natal todos os dias. Mas, o que – ou quem – está a faltar na maioria destas festas? O convidado de honra! O Natal é uma festa de aniversário dedicada a Jesus.
Sabia que Deus gosta de festas? E ele quer que nós “festejemos” todos os Natais, ao celebrarmos o nascimento de Jesus.
Há alguns anos atrás eu estava em Manhattan durante a quadra natalícia. Lembro-me de estar no meio da 5ª Avenida a observar milhares de pessoas que andavam por ali agitadas. Ninguém parecia feliz. Todos pareciam deprimidos, sob stress – e mal-humorados. O Natal não é isso. O Natal é sobre as maiores notícias de sempre. A nossa celebração (e preparação para a celebração) deveria ser jubilosa e não tristonha.
Mas a despeito do comércio e caos que muitas vezes caracteriza a nossa época natalícia, Deus quer que este seja um tempo de celebração.
O que é que o anjo disse aos pastores ao anunciarem o nascimento de Jesus? “... Eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo.” Mas que grandes notícias são essas? O que é que é suposto celebrar?
Primeiro, Deus ama-o.
O mais famoso versículo da Bíblia, João 3:16, diz, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça mas tenha a vida eterna.” Isto são boas notícias. Deus amou o mundo de tal maneira. E foi por isso que Ele enviou Jesus. Ele estava numa missão de amor.
O Seu amor está baseado no carácter d’Ele, não no seu desempenho. Você não consegue fazer com que Deus deixe de o amar. Pode tentar, mas não o consegue.
A Bíblia torna muito, muito claro que Deus o ama. Deus enviou Jesus à Terra para um dia estender os Seus braços e morrer pelos seus e meus pecados. Você nunca compreenderá completamente o quanto Deus o ama. É como uma formiga tentar compreender a Internet. Você não tem capacidade cerebral para entender o quanto Deus o ama.
Segundo, Deus está consigo.
Deus está permanentemente consigo. Você pode não sentir a Sua presença, mas isso não torna este facto menos verdadeiro. A Bíblia diz que o nome de Jesus seria Emanuel, que significa, “Deus connosco.”
Quantos de vós têm sido abandonados na vida? Desculpem. Eu sei que Deus jamais vos abandona – nunca. Jesus foi verdadeiramente “Deus connosco.” E Ele ainda está connosco hoje.
Deus diz, “Eu não somente vos amo. Eu estou permanentemente convosco..” Isso significa que em 2009 não têm que enfrentar o que quer que seja sozinhos. Pode acontecer que não convide a presença de Deus para a situação – mas não tem de o fazer. Se Deus está perto, isso remove o seu temor. Não tem de se preocupar ou de ficar ansioso sobre o que virá a seguir.
Terceiro, Deus é por si.
Deus está do seu lado. Ele quer que você vença. Ele quer que você seja bem sucedido. De facto, Jesus disse isto: “Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (João 3:17). Muitas pessoas têm medo de Deus. Elas ficam nervosas quando as pessoas lhes começam a falar de Deus. Sabe porquê? Por causa da culpa. A culpa separa-nos de Deus. Nós pensamos, “Se eu me chegar perto do Deus, ele irá repreender-me. Ele irá lembrar-me de todas as coisas que fiz mal. Ele irá falar-me das coisas más.” Mas a Bíblia diz que Jesus não veio condenar o mundo. Ele veio salvá-lo. Ele diz, “Eu não vim condenar-te. Eu vim salvar-te.” Isto é boas notícias. E se Deus é por nós, quem será contra nós?
E, a propósito, tão-pouco a condenação é o nosso papel como Cristãos. Não é meu papel condenar o mundo. Eu não passo um segundo da minha vida a condenar a sociedade. Eu não vim para condenar o mundo. Vim para ajudar a salvá-lo. E o mesmo você. É esse papel que Deus diz ser seu ao tornar-se seguidor de Cristo.
Nós necessitamos de celebrar este Natal. O nascimento de Jesus foi – e é – boas notícias de grande alegria. E é para toda a gente, seja Católico, Protestante, Judeu, Muçulmano, Mórmon, Hindu, Budista, Baptista ou nada em particular. Ele é boas notícias de grande alegria para todo o povo porque Deus diz, “Eu amo-te, Eu estou contigo, e Eu sou por ti.”
Este artigo foi adaptado do sermão de Rick Warren de 2006 que serviu de base ao seu novo livro, O Propósito do Natal.
Rick Warren



