A ilusão dos fósseis intermédios

criacionismo.jpg     Um dos argumentos mais usados pelos evolucionistas é dizer que o registo fóssil comprova a hipótese da evolução. Isto está longe de ser verdade! De facto, o registo fóssil constitui uma forte evidência de que a Evolução (entenda-se macro-evolução) nunca aconteceu. Então como é que os evolucionistas conseguem convencer a audiência precisamente do contrário do que mostra o registo fóssil? Reparem que sempre que um evolucionista aparece com um suposto fóssil transitório ele apresenta, todas as vezes sem excepção, o fóssil de um vertebrado.

     Os complexos invertebrados constituem a maior fatia do registo fóssil, mais de 95%. Já foram catalogadas diferentes milhões de diferentes espécies destas criaturas tão complexas. Além disso, existem fósseis inteiros, não apenas partes espalhadas aqui e ali. Até ver, nesta rica e completa porção do registo fóssil não existe um único sinal de Evolução.

     Se a Evolução tivesse ocorrido, o registo fóssil deveria presentear-nos com exemplos incontáveis de diferentes transições que levaram a estes milhões de espécies complexas. Contudo, não existe um único exemplo! Nem um! O facto de a maioria dos fósseis de invertebrados serem encontrados completos impede os evolucionistas de “cozinhar” os seus fósseis transitórios uma vez que a especulação não é tão fácil quando estamos na presença de espécies inteiras. Não existe o trabalho artístico da mente como acontece com muitos fósseis de vertebrados: “um dente aqui, um braço ali, uma perna acolá” (como se pode constatar em obras de arte como o Piltdown man ou o Nebraska man). Para piorar a situação, muitas das espécies invertebradas que surgem sem qualquer sinal de Evolução aparecem com órgãos extremamente complexos, caso do olho do polvo, por exemplo.

     O problema não fica por aqui. Para além de não existirem sinais de Evolução que conduzam a estes complexos invertebrados, também não existem fósseis que preencham a ponte entre os invertebrados e os vertebrados. A transformação de invertebrados em vertebrados teria sido um grande evento na história da Evolução da terra. Não obstante, o registo fóssil não apresenta evidências satisfatórias desta transformação (os exemplos apresentados são altamente controversos e baralham as contas da Evolução).


O coelho no fundo da cartola

     Sendo assim, tudo o que resta é uma pequena percentagem de fósseis de vertebrados. Para o evolucionista, isto é como que o coelho no fundo da cartola. Outra coisa que importa salientar é o estado em que são descobertos a maioria destes fósseis. Cerca de 95% surge apenas com um osso! No entanto, é aqui que o evolucionista concentra todos os seus esforços para mostrar à audiência que o registo fóssil confirma a hipótese da Evolução. A audiência desconhece por completo que os exemplos representam a ínfima percentagem do registo fóssil, muitas vezes encontrados incompletos. Os evolucionistas esquecem-se de mostrar a parte que representa 95% do registo fóssil, que não mostra qualquer sinal de Evolução!

     O bioquímico Duane Gish explica: “Todos os complexos invertebrados surgem perfeitamente formados, sem um rasto de antepassados ou formas transitórias. Se a evolução fosse uma realidade, as rochas deveriam conter biliões de fósseis de antepassados destes complexos invertebrados. Contudo, nem um foi encontrado! Outra coisa inexplicável é a total ausência de intermediários entre invertebrados e peixes. É impossível após milhões de anos de Evolução, uma grande variedade de espécies de peixes ter aparecido sem deixar rasto. A evidência dos fósseis mostra claramente que a hipótese da evolução nunca aconteceu!”

     Até aos anos 50, sensivelmente, os evolucionistas poderiam dizer que organismos moles não tendem a fossilizar pois facilmente se desfazem devido à erosão do vento e das águas. Contudo, a descoberta de fósseis de invertebrados nas Colinas de Ediacara, na Austrália, mostrou que esse argumento não é válido. Os fósseis aparecem bem conservados. Actualmente, existem outros exemplos de fósseis de organismos “soft-bodied” bem conservados, como estes.

     Quando um amigo te disser que o registo fóssil prova que houve Evolução pergunta-lhe por que razão os evolucionistas apenas apresentam fósseis que correspondem a uma microscópica fatia do registo. Pergunta-lhe porque é que ele não mostra exemplos de Evolução em fósseis que representam mais de 95% do registo, uma porção onde os fósseis são mais robustos e completos.

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