A WEB (teia) da vida
No princípio do Outono, na época do girassol no Kansas, EUA, onde vivo, milhões de toneladas de trigo, milho, feijão, e exactamente, girassóis, são produzidos pela incrível máquina biológica chamada planta verde.
Peter Ray da Universidade de Stanford descreve uma planta em termos de engenharia como um “dispositivo para capturar a energia solar e usá-la no processo de fotossíntese, para converter o dióxido em compostos de carbono orgânico (açúcares) a partir dos quais a substância da vida pode ser manufacturada”.
A raiz, caule e folhas são justamente “o equipamento necessário para tornar a fotossíntese um sucesso”, uma vez que absorvem a água e minerais do solo e providenciam nas folhas um lugar para que a primorosamente afinada bioquímica da fotossíntese aconteça.
Desde o final do Século XVIII que se sabe que a substância orgânica da planta vem, não do solo, mas do dióxido de carbono que é parte do ar. Incrivelmente, então, os milhões de toneladas de trigo, milho e outras colheitas constituídas de químicos contendo carbono surgem nos campos todos os anos literalmente a partir do simples ar.
Mas as plantas não absorvem apenas os raios solares e capturam quimicamente o carbono atmosférico; elas também libertam o oxigénio molecular (O2) como um subproduto da fotossíntese e servem como fonte alimentar para animais e humanos. De facto, a vida animal e humana na terra não seria possível sem a fotossíntese. Portanto a planta é a máquina fundamental numa vastíssima WEB (teia) de máquinas vivas que dependem umas das outras para manterem a vida na terra. As plantas à luz solar captam o dióxido de carbono e água, produzindo açúcares orgânicos e o oxigénio. Os animais e humanos consomem plantas e usam o oxigénio para “queimar” os açúcares orgânicos como combustível. Eles também exalam dióxido de carbono, a molécula necessária à planta como matéria prima para a sua vida e crescimento.
Apesar de super simplificado, este exemplo não deixa de ser suficiente para ilustrar que a “WEB da vida” não é uma evolução aleatória. Não se trata apenas de cada parte da teia ser um dispositivo funcional completo convincente e surpreendente, mas de cada parte ter como propósito manter um sistema co-dependente e integrado mais vasto.
A existência de um relacionamento e interdependência intencionais entre as partes num sistema tão vasto, é evidência de um projecto e propósito conscientes, racionais, e não de um acaso inconsciente. Considera uma máquina de barbear. Tem de ter um meio para capturar, transformar e transmitir energia às lâminas de corte.
Integrada no invólucro com circuitos e várias engrenagens, eixos e escovas, trata-se de uma montagem que funciona num sistema para um propósito específico, criado por uma inteligência consciente. O mesmo acontece com o mundo biológico e a WEB da vida. Peter Ray não consegue ajudar compreender isto a não ser com o uso de termos de engenharia e de exemplos, quando descreve a planta. Os que acreditam no processo evolutivo não podem deixar de usar a palavra “projecto”, ao descreverem os seres vivos. As pessoas têm de reconhecer que o mundo biológico parece ser um projecto porque é um projecto, ou terão de provar porque é que a WEB da vida existe.
A raiz, caule e folhas são justamente “o equipamento necessário para tornar a fotossíntese um sucesso”, uma vez que absorvem a água e minerais do solo e providenciam nas folhas um lugar para que a primorosamente afinada bioquímica da fotossíntese aconteça.
Desde o final do Século XVIII que se sabe que a substância orgânica da planta vem, não do solo, mas do dióxido de carbono que é parte do ar. Incrivelmente, então, os milhões de toneladas de trigo, milho e outras colheitas constituídas de químicos contendo carbono surgem nos campos todos os anos literalmente a partir do simples ar.
Mas as plantas não absorvem apenas os raios solares e capturam quimicamente o carbono atmosférico; elas também libertam o oxigénio molecular (O2) como um subproduto da fotossíntese e servem como fonte alimentar para animais e humanos. De facto, a vida animal e humana na terra não seria possível sem a fotossíntese. Portanto a planta é a máquina fundamental numa vastíssima WEB (teia) de máquinas vivas que dependem umas das outras para manterem a vida na terra. As plantas à luz solar captam o dióxido de carbono e água, produzindo açúcares orgânicos e o oxigénio. Os animais e humanos consomem plantas e usam o oxigénio para “queimar” os açúcares orgânicos como combustível. Eles também exalam dióxido de carbono, a molécula necessária à planta como matéria prima para a sua vida e crescimento. Apesar de super simplificado, este exemplo não deixa de ser suficiente para ilustrar que a “WEB da vida” não é uma evolução aleatória. Não se trata apenas de cada parte da teia ser um dispositivo funcional completo convincente e surpreendente, mas de cada parte ter como propósito manter um sistema co-dependente e integrado mais vasto.
A existência de um relacionamento e interdependência intencionais entre as partes num sistema tão vasto, é evidência de um projecto e propósito conscientes, racionais, e não de um acaso inconsciente. Considera uma máquina de barbear. Tem de ter um meio para capturar, transformar e transmitir energia às lâminas de corte.
Integrada no invólucro com circuitos e várias engrenagens, eixos e escovas, trata-se de uma montagem que funciona num sistema para um propósito específico, criado por uma inteligência consciente. O mesmo acontece com o mundo biológico e a WEB da vida. Peter Ray não consegue ajudar compreender isto a não ser com o uso de termos de engenharia e de exemplos, quando descreve a planta. Os que acreditam no processo evolutivo não podem deixar de usar a palavra “projecto”, ao descreverem os seres vivos. As pessoas têm de reconhecer que o mundo biológico parece ser um projecto porque é um projecto, ou terão de provar porque é que a WEB da vida existe.
- MICHAEL G. WINDHEUSER, Ph.D.