Falácias do ateísmo (7)

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3. Se Deus existe porque há tanto sofrimento?

     O sofrimento que existe, oriundo doenças, morte, tsunamis, terramotos, guerras, etc., qualquer que seja a sua origem, a verdade seja sita e reposta, ocorre por culpa do homem e não de Deus. Por conseguinte, tal argumento é um verdadeiro embuste. Desde a primeira hora que Deus preparou o melhor para o homem, um verdadeiro paraíso (Génesis 2:15). Porém o homem fez uma má escolha, estando pré-avisado de que essa má escolha lhe traria sofrimento e morte (Génesis 2:16; 3:16-19). Como se tal não bastasse, para resumir, o Senhor Jesus Cristo veio a este mundo, em graça (favor imerecido), estabelecer um reino de perfeita justiça e paz, sem guerras, nem doenças, nem sofrimento, nem morte, porém os homens disseram: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lucas 19:14). Não é pois legítimo, sério, justo, atribuir a Deus o ônus do problema. O sofrimento existe por exclusiva culpa e responsabilidade do homem. 

Note-se, porém, o seguinte: apesar da reincidência do homem, Deus continua a querer salvá-lo, mas na sua impertinência e insolência, o homem continua a rejeitá-Lo e, pasme-se, a atribuir-Lhe a culpa daquilo de que só ele é culpado. E assim temos o triste e lastimável espetáculo ridículo do homem rejeitar uma salvação que não merece, e depois reclamando de um castigo que merece.

Se porventura és um pseudo-ateu, depõe as armas do teu orgulho que te cega, pois só te estás a ferir a ti próprio e a magoar-te a ti mesmo.

Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (Atos 16:31).
 

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
Falácias do ateísmo (2)
Falácias do ateísmo (3)
Falácias do ateísmo (4)
Falácias do ateísmo (5)
Falácias do ateísmo (6)



Falácias do ateísmo (6)

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3. Se Deus é todo-poderoso, porque é que há coisas impossíveis para Ele?

     Deus pode criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la?

     Se a resposta for SIM, Deus não seria todo-poderoso, pois Ele não teria o poder de levantar a pedra em questão.

     Se a resposta for NÃO, Deus também não seria todo-poderoso, pois haveria pelo menos uma coisa que Ele não poderia fazer: criar a referida pedra.

     Este é o famoso Paradoxo da Omnipotência. Ou seja, de qualquer maneira, teríamos um Deus que não seria todo-poderoso e, portanto, que não seria realmente Deus, já que a omnipotência é uma das características essenciais de Deus.

     Se entendemos que Deus é criador do Universo, como é que Ele não poderia criar uma pedra como esta da pergunta?

     Geralmente quem usa esse Paradoxo da Onipotência, não conhece o verdadeiro conceito da omnipotência de Deus. As pessoas geralmente pensam que o facto de Deus ser todo-poderoso (omnipotente), representa a sua capacidade de fazer qualquer coisa que queira. Mas não é assim!

     Qualquer pessoa tem a capacidade de fazer algumas coisas que Deus não pode fazer e nem por isso somos omnipotentes.

     Eis alguns exemplos de coisas que podemos fazer mas o Deus todo-poderoso não pode: pecar, mentir, trapacear, enganar, fazer o mal, ser incoerente, entre outros.

     Logicamente não estamos a sugerir sequer que alguém faça alguma destas coisas, mas é um facto que temos o poder de fazê-las se quisermos, porém, não Deus.

     Mas, então, como é que podemos dizer que Deus é omnipotente se Ele não pode tudo?

     Dizemos isso porque o conceito de omnipotência de Deus não é poder fazer tudo, mas sim poder fazer tudo o que não seja contrário à Sua natureza, à sua Palavra, ou ao Seu caráter.

     E o que isso tem a ver com a a questão da pedra acima?

     Conforme vimos, a coerência faz parte da natureza de Deus. Porém, alguém pode questionar: “Ok, entendi que Deus é coerente e que isso emana da Sua natureza, mas Ele não poder criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la, seria algo incoerente?”

     Sim, seria uma grande incoerência, pois isso é uma falácia do raciocínio. A falácia está em considerar que algo finito (pedra) poderia limitar um Ser infinito (Deus). Ou seja, a falácia da pergunta decorre de misturar na mesma categoria categorias diferentes: finito e infinito.

     Por outras palavras, Deus não pode criar uma pedra que Ele mesmo não possa levantar, mas isso não tem nada a ver com ausência de omnipotência. Supor que um ente finito limitaria o poder de um Ser infinito seria contrário a lógica, seria incoerente, e, portanto, contrário à natureza de Deus.

     Outro exemplo bem simples é sugerir que Deus pode criar um quadrado redondo, o que é logicamente impossível, pois estamos diante de categorias diferentes, portanto se não é lógico, não é algo que Deus possa fazer e nada O desmerece na Sua omnipotência.

 

Conclusão

     Como a omnipotência divina é fazer tudo o que seja de acordo com a natureza de Deus, d'Ele não se pode esperar que faça algo contrário à mesma.

     O vídeo s seguir também explica um pouco essa questão, mas com foco na relação entre a omnipotência de Deus e a nossa liberdade de escolha (livre-arbítrio). Não deixes de o ver - é curto:

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
Falácias do ateísmo (2)
Falácias do ateísmo (3)
Falácias do ateísmo (4)
Falácias do ateísmo (5)



Falácias do ateísmo (5)

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3. O Deus da Bíblia é Injusto. Um Deus que cria o inferno, que castiga transgressões temporais com uma condenação eterna, é injusto.

     Dizem os pseudo-ateus que não há proporcionalidade entre o crime e o castigo, que um delito cometido nesta vida não pode merecer a punição eterna, que é injusto uma vida finita de pecado ter uma punição infinita, em suma que a punição, para ser justa, não deveria ser para sempre.

     Será? Analisemos bem, e veremos mais uma falácia da argumentação aparentemente lógica do ateísmo.

     O grau da JUSTA punição aceite por toda a nossa sociedade NUNCA é proporcional ao tempo tomado na execução do delito. O assassino que perpetra o crime em escassos segundos não é justamente punido por longos anos? O que vemos neste exemplo prático aceite por todos?

     Os crimes contra a pessoa são considerados os crimes mais graves pelo legislador, e os mais graves dentre eles são os chamados crimes contra a vida.

     Vemos que a JUSTA punição É PROPORCIONAL À GRAVIDADE DO ACTO.

     É assim que também se percebe como um homicídio perpetrado contra um Presidente da República é mais grave que um homicídio cometido contra um vulgar cidadão. A pena é agravada. E muitíssimo mais grave e muitíssimo mais agravada é a ofensa a Deus.

     Ora, o que podemos classificar de pecado SUPREMO, devido a ser cometido contra quem é SUPREMO, requer punição SUPREMA.

     As pessoas, infelizmente não têm a noção da grandeza de Deus e por conseguinte da gravidade do pecado cometido contra Ele.

     No entanto, apesar deste quadro, Deus não tem prazer na morte do ímpio, e tudo fez para evitar que este caia no inferno, através do sacrifício do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário. Já creste n’Ele como teu Salvador? Só vai parar ao inferno quem quer.
 

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
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Falácias do ateísmo (4)
Falácias do ateísmo (5)
Falácias do ateísmo (6)
Falácias do ateísmo (7)



Falácias do ateísmo (4)

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3. Os Cristãos só acreditam em Deus porque nasceram numa cultura Cristã. Se eles tivessem nascido na China, eles seriam ateus.

     Será? Eis-nos perante mais uma falácia. Como, então, se explica, entre infindáveis exemplos que poderiam ser aqui multiplicados, que o filho da maior ateia de sempre nos EUA se converteu e é hoje pregador do Evangelho da graça de Deus?

     Madalyn O'Hair atraiu pela primeira vez a atenção nacional dos EUA em 1960 quando processou a direção da escola de Baltimore por esta requerer que o seu filho mais velho, William, na altura com quatorze anos, dissesse orações na escola. O caso subiu ao Supremo Tribunal, e em 1963 as orações foram banidas nas escolas públicas em todo o país (EUA). Esta decisão relançou o movimento ateu nos EUA.

     Como se explica que o seu filho mais tarde se tenha convertido a Deus e se tenha num grande promotor da causa divina? Como se explica que o ambiente ateu vincado em que ele viveu não impediu que Ele conhecesse Deus?

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Falácias do ateísmo (3)

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3. Acreditar em Deus é o mesmo que acreditar na Fada Madrinha, no Pai Natal e no Monstro Spaghetti Voador.

     Este velho "argumento" dos ateus demonstra bem o quão errado é o seu raciocínio que os conduz às suas conclusões erradas. A crença em Deus é incomparável à crença nestes mitos por eles citados. Os mártires entre os crentes em Deus e a ausência de mártires entre os que acreditam naqueles mitos demarca bem a diferença. A crença nesses mitos está nos antípodas da crença em Deus. A tentativa dos ateus colarem a crença em Deus à crença em mitos, fazendo da crença em Deus igualmente um mito, é mais uma enorme falácia, pois como está o oriente longe do ocidente, está a crença em Deus longe da crença em mitos. Vemos uma vez mais que "Tudo o que é belo tem réplicas. A moeda falsa não prova a não-existência da moeda autêntica, mas exactamente o contrário." Os atributos atribuídos ao Pai Natal, por exemplo, tais como, saber tudo, registar as orações das crianças num livro, descer do céu e trazer recompensas e prémios, e vinda súbita, pertencem ao Senhor Jesus Cristo. O Pai Natal trata-se, pois, de uma falsa imitação do Deus vivo e verdadeiro.

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