Superstições de Réveillon
Já se deu conta da quantidade de superstições associadas com a entrada de um novo ano?
Já se deu conta da quantidade de superstições associadas com a entrada de um novo ano?
Nasceram das sementes da mesma pinha e ambos sobreviveram ao assalto dos pássaros cheios de fome e às intempéries. Germinaram e cresceram bem juntinhos fazendo sombra um ao outro conforme a rotação do sol. Todos pensavam que um dos dois, o mais débil, não conseguiria sobreviver. Pelo contrário nada disso aconteceu, depois de seis meses de difícil convivência, ei-los ainda lá, jovens e prestantes raminhos prontos a arreliarem-se um ao outro, chicoteando-se cada vez que uma rajada de vento os fazia agitar.
Cresceram um virado a norte e o outro a sul, enfim quase abraçados, mas sempre a tentarem roubar o pouco espaço que havia entre eles.
Agora mergulhavam os seus ramos vigorosos e as fortes raízes no espaço um do outro numa contínua série de provocações e de punições alimentando diariamente rancor e ressentimento. Primeiro importunavam-se depois contrariavam-se e por fim, odiavam-se.
O nortenho com a sua folhagem obscurecia o sol ao do sul, que por sua vez colocou um dos seus ramos mais baixo justamente contra o tronco de modo que quando soprava a nortada serrava-lhe a casca do tronco.

A mania da perseguição é, de acordo com a medicina, um sintoma de vários distúrbios ou problemas psicológicos. Os médicos dizem que o ideal é que a pessoa que sofre com ela procure orientação com um especialista: psicólogo ou psiquiatra, para descobrir o que realmente está a afetar as emoções e a levá-la a ter tais sensações. Os médicos dizem ainda que o tratamento de problemas de autoestima pode ajudar a afastar um pouco a ideia de que as pessoas não gostam dela.
Ora, Deus providenciou o tratamento adequado eficaz para tais problemas nas páginas da Sua Palavra. Mas, como acontece com qualquer remédio, para nada serve ter a Bíblia, se esta não for devidamente aplicada - de nada valendo, para o caso, a boa opinião que se tenha da mesma e o muito bem que se fale dela.
Afinal, ter boa opinião da penicilina e falar muito bem da mesma nunca curou nenhuma pneumonia.
"Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes" (João 13:17).
- C.M.O.

Muitos hoje estão preocupados com a o esbanjar dos recursos naturais, mas nunca pensam na perda muito maior dos recursos humanos.
Muitos fazem campanhas para salvar espécies ameaçadas de aves, animais e peixes, mas conseguem olhar de modo insensível para as pessoas que desperdiçam as suas vidas.
Uma vida humana vale mais do que todo o mundo. Dissipar uma vida é uma tragédia indizível. Uma mulher disse: "Eu estou com setenta anos de idade, e não fiz nada com a minha vida." O que é que poderia ser mais trágico?
- Benjamim Bruch
«Um céu silencioso! Sim, mas não é o silêncio da indiferença insensível ou fraqueza irremediável. O silêncio é o sinal e a prova de que o caminho está aberto para que o mais culpado da humanidade se chegue a Deus. Quando esse silêncio um dia for quebrado significará o fim da amnistia; o fim do reino da graça, e o amanhecer do dia da ira predito nas Escrituras. Deus agora está silencioso porque Ele falou a Sua última palavra de misericórdia e amor em Cristo. Ele está a rogar aos homens que se reconciliem (II Cor. 5:20). Aquele a quem todo o juízo foi entregue, e que um dia aparecerá como juiz de todos, é agora o Salvador e está assentado no trono do Pai em graça».
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