Lugares Vazios
«Amanhã é lua nova, e não te acharão no teu lugar, pois o teu assento estará vazio» (I Sam. 20:18).
O assento vazio fala com muita eloquência. Apesar da sua mensagem não ser agradável, todos a podem ouvir.
«Amanhã é lua nova, e não te acharão no teu lugar, pois o teu assento estará vazio» (I Sam. 20:18).
O assento vazio fala com muita eloquência. Apesar da sua mensagem não ser agradável, todos a podem ouvir.
Num culto de oração um servo de Deus deu o seguinte testemunho:
Voávamos num avião por cima de Denver, USA. Via rádio foi comunicado ao piloto que as condições atmosféricas naquela cidade não eram favoráveis. Nuvens cobriam a cidade e dificultavam a aterragem.
Conta-se a história de um rapaz que desde muito novo sofria de uma doença na língua, que o levou a ser examinado pelo seu médico.
O médico, depois de examinar o rapaz e a doença que ele tinha, concluiu que era muito grave. Então chamou a mãe do miúdo à parte e disse-lhe: «minha senhora, a língua do seu filho está atacada por um tumor maligno. Se a senhora quiser salvar a vida do seu filho, a língua dele deve ser tirada o mais urgente possível.
“Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Salmo 119:71).
Spurgeon, comentando esse versículo, declara: “Mui pouco se tem a aprender sem aflição. Para sermos bons alunos, temos de ser bons sofredores. Como dizem os latinos: a experiência ensina. Os mandamentos de Deus são melhor lidos por olhos humedecidos de lágrimas”. E acrescenta: “Aqueles que mergulham no mar das aflições trazem pérolas raras para cima”.
O teu pai teve quatro mulheres. A tua irmã foi violada. O teu irmão mais velho dormiu com a madrasta. Os teus irmãos traíram-te. Fizeram-te escravo. Estás longe de todas as pessoas que amaste na vida. Estás longe de casa. Ninguém te conhece. Ninguém se importa. Parece que nem Deus se importa. Parece que Ele nem sabe que existes. E agora a mulher mais rica, mais bem cuidada e mais vistosa da cidade quer ter um caso contigo. Ela insinua-se, insiste todos os dias: “ninguém vai saber … é só entre nós”.
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