Os três filtros de Sócrates
Na antiga Grécia, Sócrates tornou-se famoso pela sua sabedoria e pelo grande respeito que manifestava por todos. Um dia, veio ao encontro do filósofo um homem, seu conhecido, que lhe disse:Pureza na conduta
“Bem-aventurados os limpos de coração; porque eles verão a Deus” (Mateus 5:8).
Precisa-se de mais verdadeiros e leais Cristãos
A mensagem de Cristo quando Ele esteve na terra foi revolucionária e compreensível. As Suas palavras eram simples, conquanto profundas. E, por isso, chocaram e abalaram os homens. As palavras d’Ele, tanto provocavam calorosa aceitação como violenta repulsa. Os homens, depois de ouvir a Jesus, nunca poderiam ser mais aquilo que eram, pois que invariavelmente se tornavam melhores ou piores. Os Seus ouvintes seguiam-No com amor e dedicação, ou d’Ele se afastavam com indignação e ódio. No Evangelho de Jesus há certo poder mágico que leva homens e mulheres a uma acção decisiva. Jesus tinha uma atitude de "Quem não é comigo é contra mim."
O choro da aflição
Em lugar algum Deus prometeu a qualquer pessoa, e mesmo aos Seus filhos, imunidade à tristeza, aflição, sofrimento e dores. Este mundo é mesmo "um vale de lágrimas", e a decepção e as dores de coração são inevitáveis como sombras e nuvens. O sofrimento muitas vezes é o cadinho em que se prova a nossa fé. Aqueles que destemidos enfrentam "a fornalha da aflição", e por ela passam vitoriosamente, são os que poderão apresentar-se "como ouro purificado no fogo".
O sapateiro que queria servir a Deus
Horton cita um episódio de Lutero. Um sapateiro convertido perguntou-lhe o que deveria fazer para servir bem a Deus. Ele talvez esperasse o conselho de fechar o seu negócio e tornar-se pregador do Evangelho. Lutero respondeu: "Faça um bom sapato e venda-o por um preço justo". Ele serviria a Deus sendo um profissional competente e honesto.
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