O abençoado risco do evangelismo

Carlos M. Oliveira

 

     O evangelismo é um empreendimento de risco elevado.  Sempre suscitou animosidade e perseguição. Aconteceu assim com o Senhor, com os Seus 12  apóstolos e demais crentes Messiânicos, aconteceu assim também com o Apóstolo Paulo e os seus cooperadores e o mesmo acontece hoje com todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus (2 Tim. 3:12).

     Trata-se de um empreendimento tão caro que custou vida do próprio Filho de Deus. Porém, há que sublinhar enfaticamente que nem a perseguição nem mesmo a morte por este motivo constituem uma tragédia. Bem pelo contrário, a morte do Senhor tem conduzido “muitos filhos à glória” (Heb. 2:10), isto para não falar do enorme gozo que o Senhor teve a despeito do Seu sofrimento na cruz (Heb. 12:2), e da indubitável alegria que sempre teve quem, chorando, leva a preciosa semente (Sal. 126:6), o que constitui um sublime privilégio só ao alcance de quem faz a obra do evangelista, ou seja, evangeliza (2 Tim. 4:5).

     Para além do inevitável e inefável gozo, qual tem sido o resultado dos que foram mortos a evangelizar? Não é em vão que se diz que o sangue dos mártires é a semente da Igreja.

     Quando o grande Evangelista - a quem o Espírito do Senhor ungiu para evangelizar - evangelizou, não lemos que “MUITOS creram n’Ele” (João 8:30; 10:42)?

     Aquando da ação evangelística dos Seus não lemos igualmente que “MUITOS creram no Senhor” (Atos 9:42; 17:12), que “creu uma GRANDE MULTIDÃO” (Atos 14:1; 17:4)?

     Ao testemunharmos o sofrimento por que passam muitos irmãos nossos por ousarem evangelizar, como aconteceu ao idoso brutalmente agredido, que é referido na notícia de hoje aqui no site de A Igreja em Quinta do Conde, devemos tomar ânimo e evangelizar ousadamente, sem medo, este pobre mundo tão perdido e carecido da salvação do Senhor. A agressão a este velhinho herói e exemplo, deve mover-nos a todos.

     “E muitos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a Palavra mais confiadamente, sem temor” (Fil. 1:14).

     É motivo para dizer que, se por um lado, Tiago tem razão ao dizer, “nada tendes, porque não pedis” (Tiago 4:2), por outro lado também é verdade que não usufruímos da conversão de um maior número de almas porque não evangelizamos.

     A ação evangelística, à semelhança do que aconteceu com o Senhor Jesus Cristo e os que se Lhe seguiram, salva muitos pela vida do evangelista, e muitos mais ainda pela sua morte. Como já dissemos, aconteceu assim com a morte do Senhor e a morte de muitos mártires, como a dos 5 mártires no Equador em 8 de janeiro de 1956. 

     Se assim é, e é, porque nos atemos ... e detemos? Já não temos muito tempo. Não nos iludamos com a busca de outras realizações que à luz da eternidade, comparativamente, nada são.

- C.M.O.

Sermões e Estudos

Márcio Botas 14JUNI26
Descanso

Tema abordado por Márcio Botas em 14 de junho de 2026

Carlos Oliveira 12JUNI26
Condição sine qua non

Tema abordado por Carlos Oliveira em 12 de junho de 2026

Peter Cerqueira 07JUNI26
O Cinto da Verdade

Tema abordado por Peter Cerqueira em 07 de junho de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:6

Estudo realizado em 17 de junho de 2026

ver mais
  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário