Apologética e Evangelismo
Por William Craig
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Temos estado a assistir a uma inversão de valores em massa, nada escapando à voracidade da impiedade de homens ímpios que ocupam lugares de influência e/ou decisão.
As sirenes de alarmismo espiritual e moral têm disparado, mas os Cristãos parecem paralisados pelo efeito de choque e estupefação, não sabendo muito bem o que fazer.
Em Romanos 12.1-2, Paulo associa “século” ("era") e “mente”. Ainda não se filosofava sobre ideologia. Muito menos sobre a formação social da consciência. Consciência de classe, nem pensar! Mas Paulo já nos alertava sobre o poder conformador do meio em que vivemos sobre a nossa mente. Como que a dizer que o nosso modo de sentir, pensar e agir tende a acompanhar a sociedade em que vivemos - o nosso “século”. A tal ponto que, se quisermos ser “normais”, teremos de nos deixar secularizar.Ler mais …Como pregar a verdade num contexto que a relativiza?
A tragédia que se repete na história do Cristianismo é a perda das verdades fundamentais do Evangelho, e a consequente mistura de pessoas não-salvas no meio dos salvos. Por isso, todo o reavivamento espiritual teve de ser um reavivamento das verdades do Evangelho e da evangelização.
Na poderosa epístola de Paulo aos Romanos ele declara, “… o evangelho [ou, boas notícias] de Deus, … acerca de seu Filho …” (Rom. 1:1-3).
As boas notícias que Paulo proclamou eram essencialmente sobre Cristo. Ele estava sempre a pregar acerca de Cristo. Na sua mensagem Cristo era tudo.
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