Um Guia Para a Piedade (XXXVII)
"Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne" (Rm.8:3).
A Lei de Moisés era suficientemente forte para a salvação se tão-somente pudesse ser guardada (Lv.18:5; Lc.10:28; Rm.2:7; 10:5; Gl.3:12). A fraqueza da Lei encontra-se no facto de não se poder guardar. Ela era fraca por causa da fraqueza da carne. Comparativamente, isto é semelhante a um garfo grande que tem condições de levantar um peru de 4 quilos, mas que se o inserirmos na ave e tentarmos levantá-la, a carne rasga-se e não podemos levantá-la desse modo. O garfo é suficientemente forte, mas é fraco devido à carne.
Quando se descobriu que o homem não podia guardar suficientemente bem a Lei para ser salvo, Deus mandou o Seu próprio Filho "em semelhança da carne pecaminosa". Quando o nosso Senhor nasceu, Ele tornou-se "semelhante aos homens" (Fp.2:7), mas quando Deus O mandou para o Calvário, foi lá que Ele foi feito "em semelhança da carne do pecado", porque "foi contado com os transgressores" (Is.53:12).
E todo crente sabe porque é que Deus mandou o Seu Filho morrer na cruz do Calvário. Foi como o nosso texto diz: "pelo pecado". Esta frase é usada para descrever as ofertas levíticas que eram feitas "pelo pecado" (Lv.6:26; 9:15), etc. E então, Isaías predisse que quando Deus mandasse o Seu Filho ao Calvário Ele poria a "Sua alma como oferta pelo pecado" (Is.53:10).
Foi também no Calvário que Deus "condenou o pecado na carne". Esta é a chave para o entendimento desta passagem. Todo o crente precisa de uma coisa para condenar o pecado que habita na sua carne (Rm.7:17-20). A Lei de Moisés parece que seria suficientemente apropriada, por assim dizer, pois certamente condena o pecado! Mas enquanto a Lei parece ser o ideal para lidar com o pecado, Paulo tinha acabado de ensinar em Romanos 7 que quando se usa a Lei para condenar o pecado nas nossas vidas, isso leva a sentimentos de auto condenação e desespero.
É aqui em Romanos 8 que Paulo nos diz o que se deve usar para condenar o pecado na nossa carne, isto é, a cruz de Cristo. Foi na cruz que Deus nos disse exactamente o que pensa do pecado, porque foi na cruz que mostrou a Sua prontidão em derramar a Sua ira sobre o Seu próprio Filho, quando Ele foi feito pecado por nós. Se Deus se prontificou a punir até o Seu amado Filho por causa do pecado, o pecado certamente deve ser uma coisa abominável à Sua vista.
E isso é tudo o que precisamos de ter em mente para condenar o pecado nas nossas vidas. É por isso que Paulo repreendeu os Gálatas por eles tentarem usar a Lei para lidar com o pecado. Ele lembrou-lhes que diante dos seus próprios olhos Cristo Jesus tinha sido "exposto como crucificado" (Gl.3:1). Esta é também a razão pela qual observamos a Ceia do Senhor: "porque toda vez que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha" (I Co.11:26). Pois foi a Cruz que pagou pelos nossos pecados e condena o pecado na nossa carne.
Quando se descobriu que o homem não podia guardar suficientemente bem a Lei para ser salvo, Deus mandou o Seu próprio Filho "em semelhança da carne pecaminosa". Quando o nosso Senhor nasceu, Ele tornou-se "semelhante aos homens" (Fp.2:7), mas quando Deus O mandou para o Calvário, foi lá que Ele foi feito "em semelhança da carne do pecado", porque "foi contado com os transgressores" (Is.53:12).
E todo crente sabe porque é que Deus mandou o Seu Filho morrer na cruz do Calvário. Foi como o nosso texto diz: "pelo pecado". Esta frase é usada para descrever as ofertas levíticas que eram feitas "pelo pecado" (Lv.6:26; 9:15), etc. E então, Isaías predisse que quando Deus mandasse o Seu Filho ao Calvário Ele poria a "Sua alma como oferta pelo pecado" (Is.53:10).
Foi também no Calvário que Deus "condenou o pecado na carne". Esta é a chave para o entendimento desta passagem. Todo o crente precisa de uma coisa para condenar o pecado que habita na sua carne (Rm.7:17-20). A Lei de Moisés parece que seria suficientemente apropriada, por assim dizer, pois certamente condena o pecado! Mas enquanto a Lei parece ser o ideal para lidar com o pecado, Paulo tinha acabado de ensinar em Romanos 7 que quando se usa a Lei para condenar o pecado nas nossas vidas, isso leva a sentimentos de auto condenação e desespero.
É aqui em Romanos 8 que Paulo nos diz o que se deve usar para condenar o pecado na nossa carne, isto é, a cruz de Cristo. Foi na cruz que Deus nos disse exactamente o que pensa do pecado, porque foi na cruz que mostrou a Sua prontidão em derramar a Sua ira sobre o Seu próprio Filho, quando Ele foi feito pecado por nós. Se Deus se prontificou a punir até o Seu amado Filho por causa do pecado, o pecado certamente deve ser uma coisa abominável à Sua vista.
E isso é tudo o que precisamos de ter em mente para condenar o pecado nas nossas vidas. É por isso que Paulo repreendeu os Gálatas por eles tentarem usar a Lei para lidar com o pecado. Ele lembrou-lhes que diante dos seus próprios olhos Cristo Jesus tinha sido "exposto como crucificado" (Gl.3:1). Esta é também a razão pela qual observamos a Ceia do Senhor: "porque toda vez que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha" (I Co.11:26). Pois foi a Cruz que pagou pelos nossos pecados e condena o pecado na nossa carne.
- Ricky Kurth
(Continua)
(Continua)
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