Um Guia Para a Piedade (XXV)
"E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa" (Rm.7:16).
A palavra "consinto" em português significa "ter uma mesma mente". A palavra no Grego significa dizer uma mesma coisa. Portanto, Paulo está simplesmente a dizer aqui, que se quando ele peca ele faz o que não quer fazer, o simples facto de ele não querer pecar é prova de que ele concorda com a bondade ou santidade da Lei.
"De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim" (Rm.7:17).
Não sente revolta quando um criminoso não é punido por um crime porque este alega que tem "personalidade dupla" e não deve responder pelas suas acções? Embora tenhamos a certeza que esta doença mental existe, lembramo-nos da história de um criminoso que disse ao juiz que ele não tinha roubado a mercadoria - as suas mãos eram culpadas do crime. O juiz sabiamente respondeu: "Então, eu sentencio as suas mão a um ano de prisão. O resto de você está livre para ir com elas – ou não!"
Mas aqui Paulo não está a envolver-se com o mesmo tipo de transferência de culpa que aconteceu no Éden, quando Adão culpou Eva e até o próprio Deus – pelo seu pecado e Eva culpou a serpente. Paulo não está a tentar esquivar-se da culpa, mas em vez disto explica porque um crente ainda peca. Até ao Arrebatamento, o pecado continuará a habitar nos crentes e continuará a fazê-los tropeçar, especialmente quando estimulados e fortalecidos pela Lei. Mas os pecados no crente são "obras da carne" (Gl.5:19), não as obras do próprio crente.
"De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim" (Rm.7:17).
Não sente revolta quando um criminoso não é punido por um crime porque este alega que tem "personalidade dupla" e não deve responder pelas suas acções? Embora tenhamos a certeza que esta doença mental existe, lembramo-nos da história de um criminoso que disse ao juiz que ele não tinha roubado a mercadoria - as suas mãos eram culpadas do crime. O juiz sabiamente respondeu: "Então, eu sentencio as suas mão a um ano de prisão. O resto de você está livre para ir com elas – ou não!"
Mas aqui Paulo não está a envolver-se com o mesmo tipo de transferência de culpa que aconteceu no Éden, quando Adão culpou Eva e até o próprio Deus – pelo seu pecado e Eva culpou a serpente. Paulo não está a tentar esquivar-se da culpa, mas em vez disto explica porque um crente ainda peca. Até ao Arrebatamento, o pecado continuará a habitar nos crentes e continuará a fazê-los tropeçar, especialmente quando estimulados e fortalecidos pela Lei. Mas os pecados no crente são "obras da carne" (Gl.5:19), não as obras do próprio crente.
- Ricky Kurth
(Continua)
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