Um Guia Para a Piedade (XXIV)
"Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço" (Rm.7:15).
Neste versículo temos que ter cuidado em não atribuir o significado mais comum à palavra "aprovo". Geralmente, quando aprovamos alguma coisa, isto significa que a aceitamos, mas este não pode ser o significado aqui, porque se Paulo não aprovava que ele mesmo pecasse, ele não pecaria! Outro significado secundário da definição da palavra "aprovar" é "consentir". O Senhor disse aos perversos legalistas da Sua época: "consentis nas obras de vossos pais" (Lc.11:48), isto é, os seus ancestrais que tinham matado os profetas (Lc.11:45-48). Aqui a palavra "consentir" não pode significar consentir, porque os legalistas não tinham nascido ainda e não estavam em posição de consentir ou recusar consentir as obras assassinas dos seus ancestrais. A palavra "consentir" aqui, obviamente significa aprovar e este também é o significado do nosso texto.
E assim Paulo está a dizer que quando se coloca debaixo da Lei, ele comete pecados que ele não aprova. Ele queria fazer antes coisas boas, mas acaba por cometer os pecados que ele odeia. Apesar de alguns verem nisto uma evidência adicional de que Paulo está a falar dos seus dias como descrente, nós sugeriríamos que como a maioria dos descrentes, Saulo de Tarso não odiava os seus pecados. Embora os seus pecados fossem mais da natureza de orgulho e justiça própria, ele amava-os muito, como os pecadores carnais amam os pecados da sua carne. É o crente que odeia o pecado que acaba de cometer e que aspira por fazer as coisas boas que ele acha tão difícil de realizar debaixo da Lei.
E assim Paulo está a dizer que quando se coloca debaixo da Lei, ele comete pecados que ele não aprova. Ele queria fazer antes coisas boas, mas acaba por cometer os pecados que ele odeia. Apesar de alguns verem nisto uma evidência adicional de que Paulo está a falar dos seus dias como descrente, nós sugeriríamos que como a maioria dos descrentes, Saulo de Tarso não odiava os seus pecados. Embora os seus pecados fossem mais da natureza de orgulho e justiça própria, ele amava-os muito, como os pecadores carnais amam os pecados da sua carne. É o crente que odeia o pecado que acaba de cometer e que aspira por fazer as coisas boas que ele acha tão difícil de realizar debaixo da Lei.
- Ricky Kurth
(Continua)
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