Um Guia Para a Piedade (XV)
Mas como nos tornamos mortos para a Lei? Paulo diz que foi "pelo corpo de Cristo", isto é, pelo Seu corpo físico. Mas aqui precisamos de tomar cuidado. Não nos tornamos mortos para a Lei pelo nascimento do corpo físico de nosso Senhor, porque Ele nasceu debaixo da Lei (Gl.4:4; Lc.2:21-24). Também não nos tornamos mortos para a Lei pela vida adulta do corpo do Senhor, pois como homem Ele obedeceu à Lei e ensinou outros também a obedecer-lhe (Mt.8:4; 23:1-3). Não, foi pela morte física do corpo do Senhor que nos tornamos livres da Lei. Quando Ele morreu, morreu para a Lei e nós morremos com Ele!
E a Lei morreu para nós, porque Colossenses 2:14 diz que quando Cristo morreu, Ele cravou a Lei na Sua cruz. Então tornamo-nos livres para casar com outro - "Aquele que ressuscitou dentre os mortos", o Senhor Jesus Cristo! Se alguém estiver a imaginar porque se teria o desejo de estar casado com o Senhor, a resposta seria "para que frutifiquemos para Deus".
Um dos propósitos do casamento é ser "frutífero" (Gn.1:22). Quando éramos casados com a Lei como incrédulos, não podíamos trazer frutos de boas obras para Deus (Rm.6:21). As nossas obras de justiça eram consideradas obras de justiça própria (Is.64:6) e Deus rejeita as obras de justiça própria.
Debaixo da lei, se um homem morresse sem filhos, o irmão dele poderi
casar-se com a esposa dele e ter filhos que o falecido irmão não pôde ter (Dt.25:5-6). Do mesmo modo, agora que somos casados com Cristo, podemos trazer "fruto para a santificação" que o nosso casamento com a Lei não podia produzir em nós (Rm.6:22). Agora, quando fazemos boas obras, elas são consideradas boas obras por Deus e podemos ser frutíferos "em toda boa obra" (Cl.1:10; Ef.2:10; Tt.2:14).
Como se sabe, debaixo da Lei se um homem se recusasse a casar com a esposa do seu irmão, ela descalçava a sua sandália e cuspia-lhe na face (Dt.25:7-10). Quando o Senhor recusou permitir que Israel O tornasse Rei antes da Sua morte (Jo.6:15), parecia que Ele estava a recusar-se a casar com ela e a levantar sementes ("suscite descendência") onde a Lei tinha falhado. Mas quão precioso é saber que quando eles O desnudaram e cuspiram na Sua face no Calvário, Deus foi capaz de usar isto para levantar frutos espirituais em Israel e em nós.
Um dos propósitos do casamento é ser "frutífero" (Gn.1:22). Quando éramos casados com a Lei como incrédulos, não podíamos trazer frutos de boas obras para Deus (Rm.6:21). As nossas obras de justiça eram consideradas obras de justiça própria (Is.64:6) e Deus rejeita as obras de justiça própria.
Debaixo da lei, se um homem morresse sem filhos, o irmão dele poderi
casar-se com a esposa dele e ter filhos que o falecido irmão não pôde ter (Dt.25:5-6). Do mesmo modo, agora que somos casados com Cristo, podemos trazer "fruto para a santificação" que o nosso casamento com a Lei não podia produzir em nós (Rm.6:22). Agora, quando fazemos boas obras, elas são consideradas boas obras por Deus e podemos ser frutíferos "em toda boa obra" (Cl.1:10; Ef.2:10; Tt.2:14).
Como se sabe, debaixo da Lei se um homem se recusasse a casar com a esposa do seu irmão, ela descalçava a sua sandália e cuspia-lhe na face (Dt.25:7-10). Quando o Senhor recusou permitir que Israel O tornasse Rei antes da Sua morte (Jo.6:15), parecia que Ele estava a recusar-se a casar com ela e a levantar sementes ("suscite descendência") onde a Lei tinha falhado. Mas quão precioso é saber que quando eles O desnudaram e cuspiram na Sua face no Calvário, Deus foi capaz de usar isto para levantar frutos espirituais em Israel e em nós.
- Ricky Kurth
(Continua)
(Continua)
Um Guia Para a Piedade (I)
Um Guia Para a Piedade (II)
Um Guia Para a Piedade (III)
Um Guia Para a Piedade (IV)
Um Guia Para a Piedade (V)
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