Um Guia Para a Piedade (X)
"Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" (Rm.6:16).
No começo dos anos 60 havia um programa na TV chamado Rainha por um Dia, no qual a mulher com a his¬tó¬ria mais merecedora era coroada, vestida de veludo vermelho e tratada como uma rainha, com direito a uma noite de diversão totalmente paga acompanhada pelo seu marido. Ela era, na realidade, uma rainha do nada e de ninguém, mas por uma noite era tratada como se fosse uma rainha de verdade. Semelhantemente, o peca-do não é mais nosso amo, mas quando nos submetemos a ele, fazemos dele o nosso rei e somos seus servos por aquele momento das nossas vidas.
É importante que se diga algo sobre a "morte" aqui mencionada. Como muitas palavras bíblicas, a palavra "morte" tem vários significados. Há a morte física, é claro, a morte espiritual (Ef.2:1) e a "segunda morte" (Ap.20:14). Em cada um destes casos a palavra tem a ideia de separação, porque na morte física, a alma e o espírito são separados do corpo (Gn.35:18), na morte espiritual a alma e o espírito são separados de Deus (Ef.2:1;4:18) e na morte eterna a alma e o espírito são separados de Deus por toda eternidade (Ap.20:15).
Mas aqui em Romanos, há uma coisa que gostamos de chamar de morte Cristã, uma condição onde todos os sinais vitais do crente são "uma linha isoeléctrica", onde não há evidência de vida espiritual. É o pecado que tem este efeito mortal nas nossas vidas espirituais. Mas quando isso ocorre, não precisamos de ser salvos de novo, simplesmente temos de despertar. É para os crentes que Paulo diz: "Desperta tu que dormes e levanta-te de entre os mortos..." (Ef.5:14). Os crentes que têm morrido em pecado devem vigiar justamente e não pecar (I Co.15:34).
Também deve ser dita alguma coisa sobre a "justiça", que é tida aqui como sendo a recompensa pela obediência. Todo crente verdadeiro sabe que "com o coração se crê para justiça" (Rm.10:10) e esta justiça não pode ser obtida pelas nossas obras (Rm.4:5). Mas isto fala da nossa justiça posicional diante de Deus, "o dom da justiça" que recebemos quando cremos em Cristo (Rm.5:17). Quando Paulo fala aqui da "obediência para a justiça" ele refere-se à justiça prática que vem de se obedecer a Deus (I Tm.6:11; II Tm.2:22; 3:16).
"Mas graças a Deus porque outrora escravos do pecado, contudo viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues, e, uma vez libertados do pecado fostes feito servos da justiça" (Rm.6:17-18).
Quando estávamos perdidos, éramos "escravos do pecado", incapazes da "obediência para a justiça". Mas quando fomos salvos tornámo-nos "servos da justiça". Apesar de agora podermos escolher servir o pecado ou a justiça, somos servos da justiça, livres para sempre da tirania do pecado.
É importante que se diga algo sobre a "morte" aqui mencionada. Como muitas palavras bíblicas, a palavra "morte" tem vários significados. Há a morte física, é claro, a morte espiritual (Ef.2:1) e a "segunda morte" (Ap.20:14). Em cada um destes casos a palavra tem a ideia de separação, porque na morte física, a alma e o espírito são separados do corpo (Gn.35:18), na morte espiritual a alma e o espírito são separados de Deus (Ef.2:1;4:18) e na morte eterna a alma e o espírito são separados de Deus por toda eternidade (Ap.20:15).
Mas aqui em Romanos, há uma coisa que gostamos de chamar de morte Cristã, uma condição onde todos os sinais vitais do crente são "uma linha isoeléctrica", onde não há evidência de vida espiritual. É o pecado que tem este efeito mortal nas nossas vidas espirituais. Mas quando isso ocorre, não precisamos de ser salvos de novo, simplesmente temos de despertar. É para os crentes que Paulo diz: "Desperta tu que dormes e levanta-te de entre os mortos..." (Ef.5:14). Os crentes que têm morrido em pecado devem vigiar justamente e não pecar (I Co.15:34).
Também deve ser dita alguma coisa sobre a "justiça", que é tida aqui como sendo a recompensa pela obediência. Todo crente verdadeiro sabe que "com o coração se crê para justiça" (Rm.10:10) e esta justiça não pode ser obtida pelas nossas obras (Rm.4:5). Mas isto fala da nossa justiça posicional diante de Deus, "o dom da justiça" que recebemos quando cremos em Cristo (Rm.5:17). Quando Paulo fala aqui da "obediência para a justiça" ele refere-se à justiça prática que vem de se obedecer a Deus (I Tm.6:11; II Tm.2:22; 3:16).
"Mas graças a Deus porque outrora escravos do pecado, contudo viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues, e, uma vez libertados do pecado fostes feito servos da justiça" (Rm.6:17-18).
Quando estávamos perdidos, éramos "escravos do pecado", incapazes da "obediência para a justiça". Mas quando fomos salvos tornámo-nos "servos da justiça". Apesar de agora podermos escolher servir o pecado ou a justiça, somos servos da justiça, livres para sempre da tirania do pecado.



