Um Guia Para a Piedade (VII)

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     "Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre: a morte não mais terá domínio sobre Ele.

     “Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado, mas, quanto a viver, vive para Deus.

     “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm.6:9-11).


     O Senhor Jesus Cristo ainda não tomou posse do Seu ofício, pois Satanás ainda é "o deus deste século" (II Co.4:4).   Mesmo assim Ele já se considera vivo para Deus e já está a reflectir a dignidade do Seu ofício futuro.   Paulo, aqui, encoraja-nos a reconhecermos que o mesmo acontece connosco, que morremos para o pecado com Ele. Que nós também possamos viver para Deus!

     Observe que Deus não nos pede para morrermos para o pecado.  Ele simplesmente pede para reconhecermos que já estamos mortos, o que é muito mais fácil.  Exactamente como é muito mais fácil para os americanos contemporâneos considerarem-se mortos para a Inglaterra do que foi para os americanos em 1776 (época da Guerra da Independência Americana) que tiveram de lutar nesta batalha.  Deus não quer que sejamos como os soldados japoneses que não tinham ouvido que a II Guerra Mundial tinha acabado e que foram encontrados escondidos anos depois nas Ilhas do Oceano Pacífico, ainda a combater numa guerra que já tinha acabado há muito tempo.  Ele prefere que simplesmente descansemos na vitória que Ele venceu sobre o pecado no Calvário!

     Mas reconhecer que a batalha acabou e que estamos mortos para o pecado pode realmente ajudar-nos?  Deus diz aqui que sim e vemos uma semelhança quando ouvimos alguém dizer: "Tudo que eu precisava para vencer era encontrar alguém que acreditasse em mim."  Bem, o próprio Deus crê que estamos mortos para o pecado e isto deveria dar-nos uma força semelhante para reconhecermos que de facto assim é.

     Quando este escritor era jovem, frequentava uma reunião de jovens onde esta verdade foi retratada de um modo bem realista.  Uma tábua de madeira foi estendida sobre dois baldes de metal invertidos.  Uma adolescente foi vendada e pediram para que ela ficasse de pé no meio da tábua.  Um narrador instruiu dois jovens fortes para cuidadosamente levantarem as pontas da tábua uns cinco centímetros dos baldes.  O narrador então continuou "a descrever" como a garota estava a ser elevada para tão perto do tecto que ela se deveria abaixar, ainda que os jovens (que receberam instruções anteriormente sobre o que fazer) estavam com ela a poucos centímetros do chão.  Quando a garota se abaixou para evitar bater com a cabeça no tecto, ela perdeu o equilíbrio e caiu da tábua.  Tudo isto aconteceu porque ela considerou que algo fosse verdade relativamente à sua posição na vida mas que simplesmente não era.

     Do mesmo modo, se nós nos considerarmos vivos para o pecado e propensos a cair, é como tornarmos cumprida uma profecia sobre nós.  Mas se nos considerarmos mortos para o pecado e vivos para Deus, isto também tenderá a tornar-se numa profecia cumprida a nosso respeito!

     E assim, do mesmo modo que o presidente eleito imediatamente começa a reflectir a posição que lhe foi dada pelos eleitores, nós devemos reflectir a posição que Deus já nos deu em Cristo.  Que insulto para os eleitores seria um homem viver em desgraça uma vez eleito para um cargo elevado.  Que nós, como crentes, nunca optemos por desonrar a graça que nos salva!  

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