Um Guia Para a Piedade (III)
Depois o apóstolo continua, a explicar exactamente o que quer dizer quando diz no versículo que nós “estamos mortos para o pecado”:
"Ou não sabeis que todos quantos fomos baptizados em Jesus Cristo fomos baptizados na Sua morte?" (Rm.6:3).
"Ou não sabeis que todos quantos fomos baptizados em Jesus Cristo fomos baptizados na Sua morte?" (Rm.6:3).
“Estamos mortos para o pecado”porque fomos baptizados na morte de Cristo. Aqui o apóstolo não fala do baptismo na água. Porque o baptismo na água não nos coloca "em Jesus Cristo”. O significado principal de baptismo é identificação.
No primeiro baptismo da Bíblia (I Co.10:1-2), Israel não tinha a certeza se as águas do Mar Vermelho se fechariam tão misteriosamente como se tinham aberto, mas eles tinham a certeza do que aconteceria se perdessem tempo pois o exército do Faraó estava logo atrás deles. Ao entrarem no Mar Vermelho eles proclamaram em voz alta: "Nós estamos com Moisés!" e deste modo identificaram-se com ele. Semelhantemente, o baptismo na água do Senhor identificou-O como o Messias de Israel (Jo.1:31). A Sua morte também foi chamada um baptismo (Lc.12:50) porque "foi contado (ou, identificado) com os transgressores" (Is.53:12; Mc.15:27-28). E quando Tiago e João quiseram ser identificados com o Senhor na glória do Seu reino (Mc.10:35-37), Ele perguntou-lhe se primeiro estavam dispostos a identificarem-se com Ele no sofrimento da morte (v.38).
Portanto o baptismo de Rm.6:3 é aquele com que somos identificados com Cristo no momento que cremos no Evangelho. É nesse momento que somos "baptizados em Jesus Cristo" (cf. I Co.12:13). Paulo diz que todos os que experimentaram este baptismo também foram baptizados na Sua morte. E apesar do baptismo na água não nos dar poder algum sobre o pecado (o tema desta passagem) este batismo dá-nos muito poder sobre o pecado! Permita-nos que expliquemos:
Antes de sermos salvos tínhamos de pecar, porque tudo o que fazíamos era pecado aos olhos de Deus. Até uma coisa amoral (que não é nem contrário nem conforme a moral) como arar um campo era pecado se fosse feito por um incrédulo (Pr.21:4). Até obras justas feitas por descrentes são consideradas "iniquidade", (Is.64:6; Mt.7:22-23). Não é de admirar que Paulo diga dos perdidos: "não há quem faça o bem, não há nem um só" (Rm.3:12).
Mas apesar de termos de pecar antes de sermos salvos (porque tudo que fazíamos era pecado), não temos de pecar mais! Agora quando fazemos boas obras, Deus vê-as como boas obras. O nosso baptismo em Cristo acabou com o poder tirânico do pecado sobre nós e deu-nos poder sobre ele! Que vergonha quando falhamos em usar o nosso novo poder que encontrámos!
Isto lembra-nos do tempo em que as mulheres e os afro-americanos não podiam votar. Agora que podem, é triste quando eles não o fazem. Semelhantemente, agora que podemos dizer "não" ao pecado, que vergonha é se não o recusarmos. Há anos atrás, a Biblioteca Nacional Americana fez uma campanha eficaz em prol da leitura que dizia: "Se você não lê, não é melhor do que aqueles que não podem ler". Do mesmo modo, se não evitarmos pecar, não somos melhores do que os perdidos que não podem evitar pecar.
No primeiro baptismo da Bíblia (I Co.10:1-2), Israel não tinha a certeza se as águas do Mar Vermelho se fechariam tão misteriosamente como se tinham aberto, mas eles tinham a certeza do que aconteceria se perdessem tempo pois o exército do Faraó estava logo atrás deles. Ao entrarem no Mar Vermelho eles proclamaram em voz alta: "Nós estamos com Moisés!" e deste modo identificaram-se com ele. Semelhantemente, o baptismo na água do Senhor identificou-O como o Messias de Israel (Jo.1:31). A Sua morte também foi chamada um baptismo (Lc.12:50) porque "foi contado (ou, identificado) com os transgressores" (Is.53:12; Mc.15:27-28). E quando Tiago e João quiseram ser identificados com o Senhor na glória do Seu reino (Mc.10:35-37), Ele perguntou-lhe se primeiro estavam dispostos a identificarem-se com Ele no sofrimento da morte (v.38).
Portanto o baptismo de Rm.6:3 é aquele com que somos identificados com Cristo no momento que cremos no Evangelho. É nesse momento que somos "baptizados em Jesus Cristo" (cf. I Co.12:13). Paulo diz que todos os que experimentaram este baptismo também foram baptizados na Sua morte. E apesar do baptismo na água não nos dar poder algum sobre o pecado (o tema desta passagem) este batismo dá-nos muito poder sobre o pecado! Permita-nos que expliquemos:
Antes de sermos salvos tínhamos de pecar, porque tudo o que fazíamos era pecado aos olhos de Deus. Até uma coisa amoral (que não é nem contrário nem conforme a moral) como arar um campo era pecado se fosse feito por um incrédulo (Pr.21:4). Até obras justas feitas por descrentes são consideradas "iniquidade", (Is.64:6; Mt.7:22-23). Não é de admirar que Paulo diga dos perdidos: "não há quem faça o bem, não há nem um só" (Rm.3:12).
Mas apesar de termos de pecar antes de sermos salvos (porque tudo que fazíamos era pecado), não temos de pecar mais! Agora quando fazemos boas obras, Deus vê-as como boas obras. O nosso baptismo em Cristo acabou com o poder tirânico do pecado sobre nós e deu-nos poder sobre ele! Que vergonha quando falhamos em usar o nosso novo poder que encontrámos!
Isto lembra-nos do tempo em que as mulheres e os afro-americanos não podiam votar. Agora que podem, é triste quando eles não o fazem. Semelhantemente, agora que podemos dizer "não" ao pecado, que vergonha é se não o recusarmos. Há anos atrás, a Biblioteca Nacional Americana fez uma campanha eficaz em prol da leitura que dizia: "Se você não lê, não é melhor do que aqueles que não podem ler". Do mesmo modo, se não evitarmos pecar, não somos melhores do que os perdidos que não podem evitar pecar.



