A Senda da Graça (LXXVII)

A  Senda da Graça

“O justo viverá da fé …”

     “Vindo pois Moisés, e contando ao povo todas as palavras do Senhor, e todos os estatutos, então o povo respondeu a uma voz, e disseram: Todas as palavras, que o Senhor tem falado, faremos” (Êxodo 24:3).

     Eles disseram que observariam toda a lei, cada parte dela. Eles obedeceram a toda a lei? Não! Depois de dar a lei ao povo, Moisés regressou ao monte para obter mais instruções de Deus. Ao voltar a descer a montanha, Moisés encontrou os filhos de Israel a adorar um bezerro de ouro. Israel já estava em forte violação da lei. Porquê?

     Centenas de anos mais tarde, depois da lei ter sido cumprida por Cristo, o apóstolo Paulo escreveu à igreja na Galácia e explicou o verdadeiro propósito da lei.

     “Todos aqueles pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a Posteridade a Quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei” (Gálatas 3: 10-11,19,21).


“Deus nunca pretendeu que a Lei fosse permanente.”


     “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que a fé veio, já não estamos debaixo de aio. Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 3: 23-25; 5:1).

     Deus nunca pretendeu que a Lei fosse permanente. Ele deu-a para levar as pessoas ao ponto de se verem impotentes e perdidas diante de Si. Sob a lei o homem era “mantido prisioneiro,” mas agora não estamos mais sob a lei. Nós estamos livres. Parte dessa liberdade é a liberdade de escolher o amor de Deus e obedecer-Lhe. Israel não teve essa escolha; eles estavam sob um conjunto de regras e punições rígido. Havia uma maldição para os que votassem mas não obedecessem a Deus. Eles não tinham neles a habitação permanente do Espírito Santo para lhes dar o desejo e poder de obedecer. Tudo o que a lei podia fazer era reduzir o comportamento negativo. A lei não podia facultar comportamento adequado.

     Fui um utilizador de Promise Keepers (Cumpridores de Promessas). Foi para mim uma experiência emocional.

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