A Senda da Graça (LXVII)

A  Senda da Graça

“Deus diz que dar-nos-á o desejo de nos submetermos ao processo de recepção das Suas bênçãos.”

     Tenho colocado sempre grande tónica na máxima: “a dor magoa.” E eu chego a extremos para eliminar a dor da minha vida. Eu até deixei de comer pizzas durante uns meses, porque o médico disse que o queijo (e outros produtos derivados do leite) poderia ser a causa das minhas pedras nos rins. Mas uma vez mais, Deus tem a resposta para o nosso problema. Deus diz que dar-nos-á o desejo de nos submetermos ao processo de recepção das Suas bênçãos.

     “Porque Deus é O que opera em vós tanto o querer como o efectuar, segundo a Sua boa vontade” (Filipenses 2:13).

     A palavra “querer”, aqui, é traduzida da palavra Grega que significa, “querer, deleitar ou desejar.” A mesma palavra Grega é traduzida por “desejar” em Mateus 16:24-25 na versão inglesa da New King James,

     “Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém desejar vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me; porque aquele que desejar salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á” (Mateus 16:24,25).

     Filipenses 2:13 diz-nos onde é que este desejo se origina. Deus quer colocar este desejo em nós para fazer tudo para Seu bom prazer. Esta é uma outra obra do Espírito Santo. No capítulo sete vimos o Espírito Santo dar-nos a compreensão, e agora vemos o Espírito Santo dar-nos o desejo de fazermos a vontade de Deus. As mesmas condições e impedimentos que vimos no capítulo sete, devemos também aplicar aqui.


“Necessitamos de pedir a Deus o desejo e não extinguirmos ou entristecermos o Espírito Santo.”


     Necessitamos de pedir a Deus o desejo e não extinguirmos ou entristecermos o Espírito Santo, impedindo-O de operar nas nossas vidas. Para uma revisão sobre como extinguimos ou entristecemos o Espírito Santo, releiamos o capítulo sete.


COMO TUDO ISTO SE APLICA À MINHA VIDA CRISTÃ

     Eu pertenço a dois grupos de pessoas que ignoram constantemente o princípio de que o desejo deve vir antes da obediência. São os pastores e os pais. Tanto como pastor como pai, preocupo-me com a obediência das pessoas a Deus. Quero que os meus filhos obedeçam a Deus de modo a terem uma vida cheia de serviço frutuoso para Ele. Quando obedecem a Deus, também obedecem à minha mulher e a mim como autoridade outorgada por Deus no lar.

     Como pastor quero que a congregação obedeça a Deus pelas mesmas razões. Quero que as suas vidas sejam cheias das coisas que o Espírito Santo lhes pode dar. Como benefício colateral não haveria luta de poder em qualquer parte da igreja. A igreja seria um grande testemunho para o mundo e os perdidos, ao testemunharem Cristianismo autêntico em acção.

     Mas o que é que acontece quando alguém na família ou na igreja é desobediente? Em algumas igrejas e escolas Cristãs estes indivíduos são expulsos. A desobediência é um acto da vontade, e o indivíduo que opta por desobedecer não é mais digno de ser parte da assembleia. Tenho visto a mesma coisa acontecer em famílias. Um filho rebelde está morto para os pais. Eles ficam “fora” sem qualquer possibilidade de voltar de novo para “dentro”.

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