A Senda da Graça (XXXIX)

PARA COM OS OUTROS
A segunda maior evidência da verdadeira humildade pode ser vista na nossa submissão aos outros. Quando crescemos em humildade queremos servir e ministrar às pessoas. A vontade de orgulho, ego-centrismo, é trocada por um verdadeiro cuidado e preocupação pelos outros. A Palavra de Deus diz-nos,
“Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus” (Efésios 5:21).
Também,
“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Filipenses 2:3).
Isto vai contra a nossa tendência orgulhosa natural.
No nosso orgulho nós queremos conquistar argumentos, promover o ego e ajudar os outros para receber crédito para nós mesmos. Queremos estar nos píncaros. Porque somos ego-centrados, não queremos servir os outros. Pelo contrário, queremos ser servidos.
Como pastor, vejo esta falta de humildade evidenciada por alguns homens no seu relacionamento com as suas mulheres. Os maridos chegam a casa do trabalho e querem que as “pequenas mulheres” estejam à sua espera para os apaparicar.
“Quando a humildade está firmemente estabelecida, descobrimos que nos entregamos incondicionalmente ao serviço dos outros.”
As suas mulheres do séc. XXI são a versão da escrava Americana do séc. XVIII. Eles querem ser os “reis do seu castelo.” Os maridos depois justificam a sua atitude citando as Escrituras às suas mulheres,
“Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor” (Efésios 5:22).
A obrigação dos maridos está três versículos mais à frente,
“Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).
Quanto amou Cristo a Igreja - nos amou a nós? Cristo abriu mão de todos os Seus direitos e privilégios para satisfazer as nossas necessidades. A morte do Filho de Deus na cruz foi o sacrifício de todos os sacrifícios. Como os homens ousam tratar as suas mulheres como escravas! Não é assim que Cristo nos trata!
Quando a humildade está firmemente estabelecida, descobrimos que nos entregamos incondicionalmente ao serviço dos outros. Dedicamo-nos especialmente ao desenvolvimento espiritual dos que nos rodeiam. Queremos ver os crentes crescerem no seu relacionamento com Deus. O ministério não é uma obrigação, mas uma paixão que nos envolve na vida de outras pessoas.
O primeiro passo de qualquer ministério é um comprometimento com o sucesso dos outros. O seu crescimento, o seu sucesso, e a satisfação das suas necessidades tornam-se na nossa maior prioridade.
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