A Transfiguração (III)
Este capítulo 17 apresenta Cristo em cima, na montanha, e Satanás em baixo, no sopé.
O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão ali - o Filho é transfigurado; o Pai fala, e o Espírito Santo, na forma da «nuvem luminosa», remove Moisés e Elias, para que só Cristo permaneça.
Há quatro montes sugeridos nesta cena maravilhosa: O Sinai, representado por Moisés; o Carmelo, representado por Elias; o Calvário representado na morte do Senhor - tema da conversa deles; o Monte das Oliveiras lugar onde o Senhor manifestará a Sua glória, quando vier.
«... uma nuvem luminosa os cobriu ...» (ver. 5). Louvado seja o Senhor, pois para o povo de Deus não há nuvens pesadas; todas as nuvens são brilhantes. No Velho Testamento as nuvens mencionadas são negras, tempestuosas. Porém aqui não há o pensamento de juízo. As nuvens hoje visam tirar-nos tudo e todos, para nos dar somente Jesus. Benditas as nuvens que nos deixam em Sua companhia! A hora vem em que uma nuvem nos levará a Ele (I Tes. 4.17).
Aqueles que não tiverem a visão do monte nunca poderão socorrer os necessitados na base do monte (vers. 9-23).
Porque é que o Senhor não levou os outros nove apóstolos? Porque eram incapazes de compreender o sentido da visão. Pedro, Tiago e João, eram mais avançados espiritualmente, portanto podiam receber revelações mais avançadas. Compare com Heb. 5.11-6.3. As coisas mais profundas e preciosas são apenas para os mais chegados ao Mestre.
«E, descendo eles do monte ...» (Ver. 9). Os discípulos, extasiados com a experiência tida, queriam ficar ali - «façamos três tendas» -, mas o Senhor tinha trabalho para eles lá em baixo. Quando somos muito abençoados somos aptos a ser egoístas e a pensarmos só no nosso gozo, quando há tantos que precisam do nosso auxílio, aflitos.
Esta passagem mostra duas coisas importantes: a consciência da alma na morte (Elias e Moisés no monte conversam), e a manutenção da identidade após a partida deste mundo e consequente possibilidade de reconhecimento (Reconhecer-nos-emos uns aos outros no céu) - os discípulos reconheceram Moisés e Elias facilmente.
Moisés representa a lei e Elias os profetas. Tanto a lei como os profetas falam do sofrimento e da glória do Senhor. Eles vieram dar testemunho de que o Senhor é o cumprimento da lei e dos profetas (Mat. 3.17).
Moisés representa igualmente os crentes que experimentaram a morte; e Elias os que foram arrebatados em vida, vindo juntos com o Senhor para reinar com Ele (Judas 14).
Há quatro montes sugeridos nesta cena maravilhosa: O Sinai, representado por Moisés; o Carmelo, representado por Elias; o Calvário representado na morte do Senhor - tema da conversa deles; o Monte das Oliveiras lugar onde o Senhor manifestará a Sua glória, quando vier.
«... uma nuvem luminosa os cobriu ...» (ver. 5). Louvado seja o Senhor, pois para o povo de Deus não há nuvens pesadas; todas as nuvens são brilhantes. No Velho Testamento as nuvens mencionadas são negras, tempestuosas. Porém aqui não há o pensamento de juízo. As nuvens hoje visam tirar-nos tudo e todos, para nos dar somente Jesus. Benditas as nuvens que nos deixam em Sua companhia! A hora vem em que uma nuvem nos levará a Ele (I Tes. 4.17).
Aqueles que não tiverem a visão do monte nunca poderão socorrer os necessitados na base do monte (vers. 9-23).
Porque é que o Senhor não levou os outros nove apóstolos? Porque eram incapazes de compreender o sentido da visão. Pedro, Tiago e João, eram mais avançados espiritualmente, portanto podiam receber revelações mais avançadas. Compare com Heb. 5.11-6.3. As coisas mais profundas e preciosas são apenas para os mais chegados ao Mestre.
«E, descendo eles do monte ...» (Ver. 9). Os discípulos, extasiados com a experiência tida, queriam ficar ali - «façamos três tendas» -, mas o Senhor tinha trabalho para eles lá em baixo. Quando somos muito abençoados somos aptos a ser egoístas e a pensarmos só no nosso gozo, quando há tantos que precisam do nosso auxílio, aflitos.
Esta passagem mostra duas coisas importantes: a consciência da alma na morte (Elias e Moisés no monte conversam), e a manutenção da identidade após a partida deste mundo e consequente possibilidade de reconhecimento (Reconhecer-nos-emos uns aos outros no céu) - os discípulos reconheceram Moisés e Elias facilmente.
Moisés representa a lei e Elias os profetas. Tanto a lei como os profetas falam do sofrimento e da glória do Senhor. Eles vieram dar testemunho de que o Senhor é o cumprimento da lei e dos profetas (Mat. 3.17).
Moisés representa igualmente os crentes que experimentaram a morte; e Elias os que foram arrebatados em vida, vindo juntos com o Senhor para reinar com Ele (Judas 14).
(Continua)



