A Transfiguração (II)
Só Mateus diz que a face do Senhor resplandeceu como «o sol», uma vez que Ele é apresentado aqui como Rei. Confiramos com Mal.4.2, que nos diz que quando Ele vier reinar virá como «o Sol da justiça», Mat. 24.27, «relâmpago» e II Tes. 2.8, «resplendor».
«Seis dias depois ...» (Mat. 17.1). Este facto é de muito significado, especialmente se o compararmos com a narração de Lucas 9.28, «... quase oito dias depois ...». Por conseguinte, o acontecimento foi significativamente no sétimo dia. As eras, os séculos ou as dispensações, são conhecidos como dias, na terminologia bíblica. «Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho» (Heb. 1.1). Lembremo-nos que para o Senhor, mil anos são como um dia e um dia como mil anos (II Ped. 3.8). Seis é o número do homem. O homem foi criado ao sexto dia (Gén. 1.27,31). A dispensação da graça, a sexta, é a grande oportunidade do homem; é o dia do homem. Oito é o número das coisas novas. Noé foi a oitava pessoa (2 Ped. 2.5). A eliminação do velho e o começo duma nova vida é expressa não só em Noé, mas na circuncisão (Gén. 17.12) que se fazia no oitavo dia. A dispensação da plenitude dos tempos (Efé. 1:10), a oitava, assinala o começo duma nova terra e dum novo céu, depois dos primeiros terem passado. Assim, vemos que o sétimo dia corresponde à sétima dispensação - a dispensação do reino. Não é, pois, casualmente que a transfiguração tenha ocorrido no sétimo dia.
Leiamos os Vers. 14-21: “E, quando chegaram à multidão, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo: Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo e muitas vezes na água; e trouxe-o aos teus discípulos; e, não puderam curá-lo. E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazei-mo aqui. E repreendeu Jesus o demónio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou. Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Porque não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de passar; e nada vos será impossível. Mas esta casta de demónios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum. “
A descida do Senhor, transfigurado, do monte, é típica da vinda d'Ele em glória à terra. O que encontra Ele quando desce? Encontra Satanás a exercer o seu poder esclavagista destruidor. E o que é que Ele faz? Expulsa-o, exactamente como fará quando vier reinar (Apo. 20.1,2).
O rosto que ia ser desfigurado por açoites, e pela coroa de espinhos, brilha aqui como o fulgor do sol. As vestes destinadas a serem adquiridas pelo jogo, resplandecem, não apenas como a neve, mas como a luz. Em vez dos dois malfeitores ladearem-n’O, acompanham-n’O Moisés e Elias. Em vez das trevas ao meio-dia, houve uma nuvem luminosa à noite. Em vez do clamor do Senhor, «Deus meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?», ouve-se a voz do Pai, «Este é o Meu amado Filho em Quem Me comprazo: escutai-O».
Leiamos os Vers. 14-21: “E, quando chegaram à multidão, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo: Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo e muitas vezes na água; e trouxe-o aos teus discípulos; e, não puderam curá-lo. E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazei-mo aqui. E repreendeu Jesus o demónio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou. Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Porque não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de passar; e nada vos será impossível. Mas esta casta de demónios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum. “
A descida do Senhor, transfigurado, do monte, é típica da vinda d'Ele em glória à terra. O que encontra Ele quando desce? Encontra Satanás a exercer o seu poder esclavagista destruidor. E o que é que Ele faz? Expulsa-o, exactamente como fará quando vier reinar (Apo. 20.1,2).
O rosto que ia ser desfigurado por açoites, e pela coroa de espinhos, brilha aqui como o fulgor do sol. As vestes destinadas a serem adquiridas pelo jogo, resplandecem, não apenas como a neve, mas como a luz. Em vez dos dois malfeitores ladearem-n’O, acompanham-n’O Moisés e Elias. Em vez das trevas ao meio-dia, houve uma nuvem luminosa à noite. Em vez do clamor do Senhor, «Deus meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?», ouve-se a voz do Pai, «Este é o Meu amado Filho em Quem Me comprazo: escutai-O».
(Continua)



