Santificação
O que vem a ser Santificação?
Para saber a resposta a esta pergunta, podemos fazer uma de duas coisas, a saber, podemos falar com diversos "ensinadores" das Escrituras e perguntar-lhes o que entendem por santificação, ou podemos estudar a Bíblia e pedir a Deus que o Espírito Santo nos possa dar entendimento, a fim de discernirmos correctamente a Palavra da Verdade.
Tenho a certeza que qualquer pessoa sensata reconhece que, se houver confusão sobre qualquer doutrina, deve ser o resultado de negligência em estudar a Palavra de Deus e a rápida aceitação dos ensinamentos dos homens. E, sem dúvida, muita confusão existe sobre o assunto de santificação.
Alguns escrevem acerca de santidade, ou santificação, e procuram, com muito cuidado, salientar uma suposta diferença entre justificação e santificação. Ensinam estes que a justificação é uma obra de pura graça, pela qual os pecadores são tornados justos e libertados dos seus hábitos pecaminosos, quando vêm a Cristo. Mas dizem que, na alma daquele que é justificado, ainda existe um princípio corrupto que impele a pessoa a pecar. Quando o crente em Cristo obedece a este impulso e peca voluntariamente, deixa de ser justificado. Portanto é indispensável que o tal princípio corrupto seja extirpado, para que seja diminuída a probabilidade do crente cair no pecado. A remoção desta raiz pecaminosa, dizem, chama-se santificação. É a purificação da natureza de todo o pecado inato pelo sangue de Cristo e pelo fogo refinador do Espírito Santo, que queima todas as escórias, quando tudo for colocado sobre o altar do sacrifício. Isto, dizem os tais ensinadores de santidade, é a verdadeira santificação, uma segunda e distinta obra da graça divina, uma segunda bênção subsequente à da justificação e, sem a qual, é provável que se perca a justificação.
Ora, ao abrirmos as nossas Bíblias, procuramos em vão qualquer passagem que indique que os crentes sejam divididos em duas classes distintas, os que apenas são justificados e aqueles que possuam "uma segunda bênção" ou sejam santificados. O apóstolo Paulo dirige-se a todos os crentes como os "santificados em Cristo Jesus" (I Cor. 1:2). Dificilmente se poderá dizer que os crentes de Corinto fossem moralmente perfeitos, ou isentos de pecado, contudo, Paulo diz que eram santificados. No capítulo 5 da sua primeira carta a essa igreja, ele diz-lhes que são '"carnais", e, apesar disso, no capítulo l, ele diz que são "santificados" e, no versículo 50 diz: "Vós sois d'Ele, em Jesus Cristo, o qual, para nós, foi feito, por Deus..., santificação". Estes crentes de Corinto estavam em Cristo, por isso eram santificados, embora ainda existisse muita coisa nas suas vidas que precisava de ser corrigidas.
Podemos ter a certeza que, se houvesse realmente uma coisa chamada "uma segunda bênção", capaz de purificar a natureza velha, o apóstolo Paulo devia saber e ensinar esta provisão de Deus. Contudo tal não sucedeu. À semelhança dos outros que escreveram o Novo Testamento, Paulo apresenta a santificação da seguinte forma:
a) Somos santificados pelo Espírito Santo (Rom. 15:16; I Cor. 6:11; II Tess. 2:15).
b ) Somos santificados pelo sangue de Cristo e o Seu sacrifício sobre a cruz. (Heb. 2:10,11; 9:11-14; 10:10; 14:29; 15:12).
c) Somos santificados pela Palavra de Deus. (Efés. 5:25,26). Vejam-se as palavras do nosso Senhor Jesus Cristo em João 17:17-19.
Um crente no Senhor Jesus Cristo é gerado de novo pelo Espírito Santo e possui uma nova natureza—uma natureza divina (II Pedro 2:4), e lemos em Rom. 6:11: "Considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus". Assim o crente, por um acto do Espírito Santo, é separado para Deus. E é este o verdadeiro significado literal do verbo "santificar", isto é, "apartar" e o substantivo "santificação", que é "separação". A Bíblia ensina claramente que, como crente no Senhor Jesus Cristo, sou, irrespectivamente de considerações do tempo, etc. apto para o Céu (Col. 1:12): "Dando graças ao Pai, que nos fez idóneos para participar da herança dos santos na luz". Lemos ainda nos Actos 26;18, que Paulo foi enviado aos gentios "para lhes abrir os olhos, e das trevas os converter à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebessem a remissão dos pecados, e sorte entre os santificados pela fé em Mim". Como um exemplo disto, podemos considerar o ladrão na cruz; no momento em que creu no Senhor Jesus, foi tornado apto para o Céu, "Hoje estarás Comigo no Paraíso". Contudo, se ele ainda vivesse, teria muita oportunidade de fazer progresso em santidade e conformidade com o espírito de Cristo. Nunca devemos esquecer que, enquanto santificação pelo sangue de Cristo é eterna e refere-se à nossa posição, há também o resultado prático, que precisa de ser exercido diariamente. Podemos ser apartados para Deus em Cristo, e precisar, contudo, de exortação a uma separação prática de toda a impureza e mundanismo. Vemos, portanto, que a santificação tanto é absoluta como progressiva. Naquela, sou apartado para Deus, a partir do primeiro movimento da vida divina na alma, e isto segundo todo o valor da Pessoa e obra do Senhor Jesus Cristo (Heb. 10:14, etc.) e nisto não pode haver progresso; porém, por outro lado, há campo abundante para um andar diário prático e santificador. Quanto à nossa posição em Cristo, o crente é perfeito; quanto ao seu estado e condição moral, ele deve crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo (II Pedro 5:18). Neste sentido, as Escrituras ensinam santificação progressiva.
Paulo orou pêlos crentes em Tessalónica da seguinte maneira: "O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, alma e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo" (I Tess. 5:25). Ele mesmo tinha por alvo ser cada vez mais semelhante a Cristo no seu andar diário, por isso escreveu, em Fil. 5:10: "Para que O conheça, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, sendo feito conforme à Sua morte".
Há anos escreveu um bem conhecido ensinador da Bíblia, o Sr. C. H. Macintosh: É da máxima importância que se compreenda, com clareza, a distinção entre uma verdade e a aplicação prática e o resultado dessa Verdade". Mantém-se esta distinção sempre nas Escrituras. "Sois santificados". Esta é uma verdade absoluta, que diz respeito ao crente, visto como "em Cristo", como o fruto de uma obra eternamente perfeita. "Cristo amou a Igreja, e deu-Se a Si mesmo por ela, para (Ele) a santificar" (Efés. 5:25). "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo" (I Tess. 5:25). Aqui temos a aplicação prática desta verdade para o crente e os seus resultados no crente. Mas como é aplicada e este resultado alcançado? Pela operação do Espírito Santo mediante a Palavra de Deus escrita. Assim lemos: "Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade" (João 17:17). Aplica-se diariamente a Palavra de Deus ao coração e consciência, pelo mesmo Senhor, pelo Seu Espírito Santo. Ele guarda os pés dos Seus santos, como em João 15, purificando-os das impurezas contraídas ao passarem através deste mundo de pecado, pela lavagem da água pela Palavra. O Espírito Santo revela a verdade quanto à nossa posição perfeita diante de Deus, em Cristo e, dando energia ao novo homem em nós, habilita-nos a separar-nos de tudo quanto seja incompatível com aquela posição perfeita. Um crente que foi lavado, justificado e santificado não deve manifestar mau génio, concupiscência ou paixões. Deve antes purificar-se de toda a imundície da carne e do espírito. É privilégio seu, santo e feliz, aspirar as maiores alturas de santidade pessoal. Haverá crescimento em habilidade espiritual para subjugar e manter subjugado tudo o que pertence à carne, um poder crescente para separação do mal que nos rodeia e uma capacidade crescente para apreciar e gozar as coisas de Deus. Tudo isto se realizará mediante o ministério do Espírito Santo, aplicando a Palavra de Deus aos nossos corações e consciências. O crente deve avançar, dia após dia, em santidade prática pela graça de Deus. E o que vem a ser santidade? É simplesmente a semelhança de Cristo visto em nós. É sermos semelhantes a Ele. É termos a mente de Cristo, de maneira que pensemos como Ele pensa, amemos como Ele ama, e aborreçamos o que Ele aborrece. É andarmos como Ele andou. Este é o alvo da vida Cristã—ser semelhante a Cristo. Fomos chamados e predestinados por Deus para este mesmo fim (Rom. 8:29), e quando se completar a obra de Deus, nós seremos semelhantes a Cristo (I João 5:2).
Prezado Leitor: se tiver o Senhor Jesus sempre diante de si e procurar diariamente andar como Ele andou, no poder do Espírito Santo, sempre guiado pela infalível Palavra de Deus, então conhecerá a bem-aventurança de ser santificado pela verdade. Lembre-se das palavras de Paulo, em Fil. 5:12-14: "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo, para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus".
Alguns escrevem acerca de santidade, ou santificação, e procuram, com muito cuidado, salientar uma suposta diferença entre justificação e santificação. Ensinam estes que a justificação é uma obra de pura graça, pela qual os pecadores são tornados justos e libertados dos seus hábitos pecaminosos, quando vêm a Cristo. Mas dizem que, na alma daquele que é justificado, ainda existe um princípio corrupto que impele a pessoa a pecar. Quando o crente em Cristo obedece a este impulso e peca voluntariamente, deixa de ser justificado. Portanto é indispensável que o tal princípio corrupto seja extirpado, para que seja diminuída a probabilidade do crente cair no pecado. A remoção desta raiz pecaminosa, dizem, chama-se santificação. É a purificação da natureza de todo o pecado inato pelo sangue de Cristo e pelo fogo refinador do Espírito Santo, que queima todas as escórias, quando tudo for colocado sobre o altar do sacrifício. Isto, dizem os tais ensinadores de santidade, é a verdadeira santificação, uma segunda e distinta obra da graça divina, uma segunda bênção subsequente à da justificação e, sem a qual, é provável que se perca a justificação.
Ora, ao abrirmos as nossas Bíblias, procuramos em vão qualquer passagem que indique que os crentes sejam divididos em duas classes distintas, os que apenas são justificados e aqueles que possuam "uma segunda bênção" ou sejam santificados. O apóstolo Paulo dirige-se a todos os crentes como os "santificados em Cristo Jesus" (I Cor. 1:2). Dificilmente se poderá dizer que os crentes de Corinto fossem moralmente perfeitos, ou isentos de pecado, contudo, Paulo diz que eram santificados. No capítulo 5 da sua primeira carta a essa igreja, ele diz-lhes que são '"carnais", e, apesar disso, no capítulo l, ele diz que são "santificados" e, no versículo 50 diz: "Vós sois d'Ele, em Jesus Cristo, o qual, para nós, foi feito, por Deus..., santificação". Estes crentes de Corinto estavam em Cristo, por isso eram santificados, embora ainda existisse muita coisa nas suas vidas que precisava de ser corrigidas.
Podemos ter a certeza que, se houvesse realmente uma coisa chamada "uma segunda bênção", capaz de purificar a natureza velha, o apóstolo Paulo devia saber e ensinar esta provisão de Deus. Contudo tal não sucedeu. À semelhança dos outros que escreveram o Novo Testamento, Paulo apresenta a santificação da seguinte forma:
a) Somos santificados pelo Espírito Santo (Rom. 15:16; I Cor. 6:11; II Tess. 2:15).
b ) Somos santificados pelo sangue de Cristo e o Seu sacrifício sobre a cruz. (Heb. 2:10,11; 9:11-14; 10:10; 14:29; 15:12).
c) Somos santificados pela Palavra de Deus. (Efés. 5:25,26). Vejam-se as palavras do nosso Senhor Jesus Cristo em João 17:17-19.
Um crente no Senhor Jesus Cristo é gerado de novo pelo Espírito Santo e possui uma nova natureza—uma natureza divina (II Pedro 2:4), e lemos em Rom. 6:11: "Considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus". Assim o crente, por um acto do Espírito Santo, é separado para Deus. E é este o verdadeiro significado literal do verbo "santificar", isto é, "apartar" e o substantivo "santificação", que é "separação". A Bíblia ensina claramente que, como crente no Senhor Jesus Cristo, sou, irrespectivamente de considerações do tempo, etc. apto para o Céu (Col. 1:12): "Dando graças ao Pai, que nos fez idóneos para participar da herança dos santos na luz". Lemos ainda nos Actos 26;18, que Paulo foi enviado aos gentios "para lhes abrir os olhos, e das trevas os converter à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebessem a remissão dos pecados, e sorte entre os santificados pela fé em Mim". Como um exemplo disto, podemos considerar o ladrão na cruz; no momento em que creu no Senhor Jesus, foi tornado apto para o Céu, "Hoje estarás Comigo no Paraíso". Contudo, se ele ainda vivesse, teria muita oportunidade de fazer progresso em santidade e conformidade com o espírito de Cristo. Nunca devemos esquecer que, enquanto santificação pelo sangue de Cristo é eterna e refere-se à nossa posição, há também o resultado prático, que precisa de ser exercido diariamente. Podemos ser apartados para Deus em Cristo, e precisar, contudo, de exortação a uma separação prática de toda a impureza e mundanismo. Vemos, portanto, que a santificação tanto é absoluta como progressiva. Naquela, sou apartado para Deus, a partir do primeiro movimento da vida divina na alma, e isto segundo todo o valor da Pessoa e obra do Senhor Jesus Cristo (Heb. 10:14, etc.) e nisto não pode haver progresso; porém, por outro lado, há campo abundante para um andar diário prático e santificador. Quanto à nossa posição em Cristo, o crente é perfeito; quanto ao seu estado e condição moral, ele deve crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo (II Pedro 5:18). Neste sentido, as Escrituras ensinam santificação progressiva.
Paulo orou pêlos crentes em Tessalónica da seguinte maneira: "O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, alma e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo" (I Tess. 5:25). Ele mesmo tinha por alvo ser cada vez mais semelhante a Cristo no seu andar diário, por isso escreveu, em Fil. 5:10: "Para que O conheça, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, sendo feito conforme à Sua morte".
Há anos escreveu um bem conhecido ensinador da Bíblia, o Sr. C. H. Macintosh: É da máxima importância que se compreenda, com clareza, a distinção entre uma verdade e a aplicação prática e o resultado dessa Verdade". Mantém-se esta distinção sempre nas Escrituras. "Sois santificados". Esta é uma verdade absoluta, que diz respeito ao crente, visto como "em Cristo", como o fruto de uma obra eternamente perfeita. "Cristo amou a Igreja, e deu-Se a Si mesmo por ela, para (Ele) a santificar" (Efés. 5:25). "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo" (I Tess. 5:25). Aqui temos a aplicação prática desta verdade para o crente e os seus resultados no crente. Mas como é aplicada e este resultado alcançado? Pela operação do Espírito Santo mediante a Palavra de Deus escrita. Assim lemos: "Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade" (João 17:17). Aplica-se diariamente a Palavra de Deus ao coração e consciência, pelo mesmo Senhor, pelo Seu Espírito Santo. Ele guarda os pés dos Seus santos, como em João 15, purificando-os das impurezas contraídas ao passarem através deste mundo de pecado, pela lavagem da água pela Palavra. O Espírito Santo revela a verdade quanto à nossa posição perfeita diante de Deus, em Cristo e, dando energia ao novo homem em nós, habilita-nos a separar-nos de tudo quanto seja incompatível com aquela posição perfeita. Um crente que foi lavado, justificado e santificado não deve manifestar mau génio, concupiscência ou paixões. Deve antes purificar-se de toda a imundície da carne e do espírito. É privilégio seu, santo e feliz, aspirar as maiores alturas de santidade pessoal. Haverá crescimento em habilidade espiritual para subjugar e manter subjugado tudo o que pertence à carne, um poder crescente para separação do mal que nos rodeia e uma capacidade crescente para apreciar e gozar as coisas de Deus. Tudo isto se realizará mediante o ministério do Espírito Santo, aplicando a Palavra de Deus aos nossos corações e consciências. O crente deve avançar, dia após dia, em santidade prática pela graça de Deus. E o que vem a ser santidade? É simplesmente a semelhança de Cristo visto em nós. É sermos semelhantes a Ele. É termos a mente de Cristo, de maneira que pensemos como Ele pensa, amemos como Ele ama, e aborreçamos o que Ele aborrece. É andarmos como Ele andou. Este é o alvo da vida Cristã—ser semelhante a Cristo. Fomos chamados e predestinados por Deus para este mesmo fim (Rom. 8:29), e quando se completar a obra de Deus, nós seremos semelhantes a Cristo (I João 5:2).
Prezado Leitor: se tiver o Senhor Jesus sempre diante de si e procurar diariamente andar como Ele andou, no poder do Espírito Santo, sempre guiado pela infalível Palavra de Deus, então conhecerá a bem-aventurança de ser santificado pela verdade. Lembre-se das palavras de Paulo, em Fil. 5:12-14: "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo, para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus".
- Arnold Doolan



