A “Rectidão” de Deus
A grande Epístola de Paulo aos Romanos tem muito a dizer sobre “a justiça de Deus”; de facto, é esse o tema do Livro de Romanos. Contudo, triste é dizer, a Bíblia é tão pouco lida e estudada ultimamente que muitas pessoas nem sequer sabem o que significa a palavra “justiça”.
Na realidade, todo o homem, mulher e criança deve conhecer a justiça de Deus – ou, para simplificar a palavra – a rectidão de Deus. É de suma importância compreender que Deus faz sempre e somente o que é recto [ou, o que está certo]. Ele não pode fazer e nada fará que não seja recto [ou, certo].
Assim Deus não pode meramente perdoar - e não perdoa - os pecadores, introduzindo-os no céu sorrateiramente, pois isso não seria correcto [ou, recto, certo]. Como Job 8:20 diz, “Eis que Deus não rejeitará ao recto; nem toma pela mão aos malfeitores,” pois não seria correcto.
Foi Bildade que disse isto a Job, e Job replicou, quase exasperadamente: “… sei que assim é; porque como se justificaria o homem para com Deus?” (Job 9:2). Por outras palavras, como pode um Deus santo olhar para um pecador e declará-lo justo?
Como este cenário consideremos a grande declaração de Paulo em Romanos 1:16,17:
“Porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê … Porque nele se descobre [ou, revela] a justiça [ou, rectidão] de Deus …”
Na verdade, o amor de Deus também é revelado no Evangelho, mas o que tornou Paulo tão orgulhoso de proclamar o Evangelho é o facto de ele dizer como é que Deus tratou “justamente”, ou correctamente, o pecado, pagando, Ele mesmo, a sua justa condenação no Calvário de modo a Ele poder oferecer a salvação a todos através de graça gratuita.
Assim o Apóstolo declara em Romanos 6:23: “…o salário do pecado é a morte [esta é a sua pena justa], mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.”
Assim Deus não pode meramente perdoar - e não perdoa - os pecadores, introduzindo-os no céu sorrateiramente, pois isso não seria correcto [ou, recto, certo]. Como Job 8:20 diz, “Eis que Deus não rejeitará ao recto; nem toma pela mão aos malfeitores,” pois não seria correcto.
Foi Bildade que disse isto a Job, e Job replicou, quase exasperadamente: “… sei que assim é; porque como se justificaria o homem para com Deus?” (Job 9:2). Por outras palavras, como pode um Deus santo olhar para um pecador e declará-lo justo?
Como este cenário consideremos a grande declaração de Paulo em Romanos 1:16,17:
“Porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê … Porque nele se descobre [ou, revela] a justiça [ou, rectidão] de Deus …”
Na verdade, o amor de Deus também é revelado no Evangelho, mas o que tornou Paulo tão orgulhoso de proclamar o Evangelho é o facto de ele dizer como é que Deus tratou “justamente”, ou correctamente, o pecado, pagando, Ele mesmo, a sua justa condenação no Calvário de modo a Ele poder oferecer a salvação a todos através de graça gratuita.
Assim o Apóstolo declara em Romanos 6:23: “…o salário do pecado é a morte [esta é a sua pena justa], mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.”
em Two Minutes With The Bible (Dois Minutos Com a Bíblia)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



